Toda a informação relacionada com a freguesia de Fajões; AGENDA: 29/01 - S. Roque - Fajões (15.00 horas)// TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO DE TOTAL RESPONSABILIDADE DOS SEUS AUTORES

terça-feira, Abril 25, 2006

Auto-suspenso por algum tempo

(Queria agradecer ás cerca de 21600 visitas e aqueles que contribuiram para o blog)

segunda-feira, Abril 24, 2006

Festa S. Marcos - programa para dia 25

A festa em honra do S. Marcos terá lugar no próximos dias 25, 28, 29 e 30. Apesar do ?grande dia? da festa ser no Domingo, o dia 25 de Abril é, na verdade, o dia que é dedicado ao S. Marcos.
Sendo assim, a comissão de festas do S. Marcos preparou ultimo um programa para amanhã.

O programa é o seguinte:

08.00 h ? Saída da procissão da Igreja Matriz para a Capela, seguida de Missa em honra de S. Marcos.

16.00 h ? Entrada da orquestra Juvenil de Fajões.

A minha primeira aventura por terras helvéticas - Capitulo IXXX (último capitulo) - Autor: Albino Pinho

Capitulo IXXX

Finalmente chego a S. João da Madeira, á praça Luís Ribeiro, são 13h de segunda-feira dia 22 de março 1982, desço o autocarro, e espero que o motorista que dê a minha mala branca. Há alguns transeuntes curiosos que param a ver os que descem, entre eles infelizmente há umas senhoras da minha terra, famosas pela sua má língua, tento não chamar a atenção delas, mas discretamente reparo que elas já me focalizaram, e estão a comentar algo entre elas.
Linda recepção penso, eu! está um dia lindo ao menos, agora há qua arranjar um táxi e sair daqui o mais rápido possível.
Digo ao motorista para me ir levar a Teamonde - Carregosa, na estrada para Vale de Cambra, chegado a casa dos meus sogros onde provisóriamente se encontrava a milha esposa e filhas, pago com 10 francos Suiços, por falta de escudos, e digo ao motorista que fique com o troco, ele ficou muito contente e lá partiu.
Entretanto com o barulho do motor do carro, minhas filhas já me tinham visto, pois tinham vindo á janela.
Entro com a minha mala branca na cozinha, minha esposa me recebe com muita alegria, com as minhas filhas, ainda muito pequeninas a não entender muito bem o que se passava.
Descansei um pouco, mais á noite, já com a família toda reunida, não pode conter as lágrimas e a revolta do meu falhanço, da minha derrota, prometendo no meu íntemo a mim próprio um dia voltar, mas para ficar, custe o que custar.
Notei, ao menos num familiar uma satisfação pelo meu falhanço.
Passados dois dias apresentei-me na fábrica, no sindicato, e nos bombeiros onde retomei as minhas funções normais que exercia antes da minha partida.
A equipa que tinha ido comigo, os de Genebra já tinham regressado á duas semanas, dizem que um dia ainda foram ao endereço que eu lhes dei do meu amigo Anibal, mas que não estava lá ninguém, e voltaram a Genebra na mesma tarde. O Anibal estava ausente, e eu já estaria e a morar na casa paroquial.
Mas diziam eles que a aventura foi proveitosa, e lhes deu ideias para uma próxima tentativa.
Comecei a fazer mais horas extraordinárias na oficina de um amigo para pagar o dinheiro que pedi emprestado, o que consegui passado pouco tempo.
Recebi notícias do Aníbal me confirmando que também estava desempregado, e que tencionava regressar.
Afinal tinha aprendido alguma coisa com esta aventura fracassada, e se um dia fizer outra tentativa, já não será um salto no escuro como desta vez.
O tempo foi decorrendo normalmente sem grandes histórias, e efectivamente em setembro de 1985, por razões várias, vou de novo para a Suiça, onde me mantenho até hoje. As peripécias desta segunda tentativa foram numerosas, incrivéis, recambolescas e mesmo dramáticas nalguns momentos, mas com muita determinação, persistência, teimosia, e amor á família acabei por conseguir.

FIM!

Penso um dia escrever essas peripécias, que darão um enorme, e apaixonante folhetim. Como a de milhares de emigrantes Portugueses espalhados pelos 4 cantos do mundo, cada um com a sua hsitória diferente. Que bom seria se algumas dessas histórias fossem publicadas, para que muita gente compreendesse que ser emigrante não é tão romantico quanto muitos julgam.


domingo, Abril 23, 2006

33ª jornada: J.D.Carregosense 1 - 0 G.D.Fajões

Num jogo antecipado da 33ª jornada da primeira divisão distrital de Aveiro, o Grupo desportivo de Fajões deslocou-se ao campo do Carregosa e perdeu a partida por uma bola a zero.Num jogo sempre disputado, o G.D.F. sofreu o golo da derrota a cinco minutos do final

sexta-feira, Abril 21, 2006

TEATRO

Organizado pela ACREF (Associação Recreativa e Cultural de Fajões), vai realizar-se no Auditório da Associação dos BV de Fajões, no próximo dia 22 de Abril, pelas 21h 30m, um espectáculo de teatro em que será levada à cena, a peça "3 em Lua-de-mel", pelo Grupo Cultural e Recreativo de Rossas.

Como não vem sendo costume a apresentação de espectáculos de teatro na nossa terra, saúda-se esta iniciativa da ACREF. Iniciativas como esta, podem ser o gérmen do aparecimento de um grupo de teatro em Fajões, terra que ao longo das últimas décadas, viu nascer alguns grupos que nos deixaram boas memórias.

Por: Manuel Rui Pinho

Assembleia de Freguesia (Ordinária)


Foram colocados editais, em diversos locais públicos anunciando a realização de uma Assembleia de Freguesia, na sede da respectiva Junta, na próxima Sexta-feira, dia 21 de Abril, pelas 21h., com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Apreciação, discussão e votação das contas de 2006 e de todos os bens imóveis. (Apesar de ser este o teor da convocatória, as contas devem referir-se ao ano de 2005, na nossa opinião)

2 - Apreciação, discussão e votação de uma alteração à toponímia.

3 - Apresentação da proposta para a cedência à exploração do Bar de S. Marcos.

4 - Situação política(?) e financeira da Junta.

Por: Manuel Rui Pinho

A minha primeira aventura por terras helvéticas - Capitulo XXVIII - Autor: Albino Pinho

Capitulo XXVIII

O autocarro quase cheio lá partiu com caras deprimidas, e olhares longínquos. Primeira etape Lyon, há um tipo no autocarro que seguramente não toma banho á dias, imana um odor de suado insuportável, vai estalicado do banco da cozinha do autocarro, sem calçado, as sua meias cheiram a um queijo fedorento tipo Camambert, por vezes tenho vontade de deitar carga ao mar, os outros passageiros comentam em voz baixa, com medo do tipo ouvir, pois ele é de poucas falas, e de uma corpolencia considerável, e é melhor não arranjar mais sarilhos, já nos basta o azar de regressarmos de mãos abanar, e não convém nada chegar com alguns hematomas, e dentes partidos, Volta e meia abro um pouco a janela para renovar o ar que me circunda, mas com o tempo acabamos por nem perceber muito a diferença, ao embebedarmos no mesmo cheiro pestilento.
Chegamos a Lyon ao raiar da aurora de domingo 21, mudamos de autocarro, que com mais alguns que entraram esgotaram o dito.
O percurso foi o mesmo da ida, tenho a sensação de lá ter passado á uma eternidade de tempo. Os locais de paragem repetem-se, os motoristas enchem a pança, aparentemente de borla, pois não vejo pagarem nada, a mim dá-me a impressão que há realmente o tal acordo firmado entre eles, comem de borla na condição de trazerem mais clientes. Em cada paragem o gesto repete-se, toda a gente sai, as portas do autocarro são fechadas, e marcada a hora de partida. Os que não querem, ou não podem ir para o restaurante fazem horas ao relento da noite gelada até os motoristas regressarem.
Vou pensando em todos os cenários possívéis á minha chegada a Fajões. A minha esposa ainda não sabe que já estou de regresso, embora deva suspeitar, pois na últina carta tinha-lhe dito que se as coisas não melhorassem não poderia aguentar muito mais tempo.
Ao passar pelo centro da França, ainda me ocorreu a ideia de ir ter com as minhas irmãs quem sabe não arranjassem por lá um trabalho mesmo sem papéis, mas como iria ter com elas, se nem sequer sabia como.
Pelo caminho nada comprei para os meus, trazia os chocolates do padre, e pouco mais, os 200 francos tinham de ser poupados para governar a casa até receber o próximo salário.

(Continua...)

Ligações e créditos:

Capitulo anterior


quinta-feira, Abril 20, 2006

Foto-Reportagem da queima dos judas 2006

Já está disponível a foto-reportagem da queima do judas 2006. Apesar do mau tempo, a queima não podia deixar-se de fazer e como já é habitual no sábado à tarde, reuniram-se algumas pessoas para por "mãos à obra". Pela meia-noite acendeu-se o boneco, que ardeu pela noite dentro.

Ligações e créditos:

  • Queima do Judas 2006

  • Queima do Judas 2005

  • Queima do Judas 2004
  • Golo do Fajões - Palpites para a 33ª jornada

    J.D.Carregosa - G.D.Fajões
    Estão abertos os palpites para a 33ª jornada do Golo do Fajões.
    A pedido do J.D.Carregosa o jogo de Domingo foi antecipado para Sábado. Depois da derrota com o Paços de Brandão, as esperanças na manutenção quase que desaparecerem por completo, o que faz com que o G.D.F. tenha apenas como aliciante, tentar subir mais alguns lugares na tabela.
    Por outro lado, em situação tremida, encontra-se o Carregosense, 11º classificado, e que ainda não garantiu a presença na primeira divisão distrital na próxima época.
    O jogo tem início pelas 16.00 horas.
    Ligações e créditos:

    quarta-feira, Abril 19, 2006

    Resultados do Golo do Fajões - 32ª jornada

    O Grupo Desportivo de Fajões recebeu no campo das cruzes o P. de Brandão.
    A chave da jornada foi a seguinte: (1 ponto pela participação + 1 ponto por ter acertado na derrota + 1 ponto por ter acertado no resultado final)

    Tabela Classificativa:

    -

    -


















    A minha primeira aventura por terras helvéticas - Capitulo XXVII - Autor: Albino Pinho

    Capitulo XXVII
    Por fim chego a Cornavin, desço do comboio, com ar triste pego na minha mala branca, e desço a rua Mont Blanc em direcçâo á gare routiére, pensando mas quem irá a estas horas para Portugal, seguramente só eu, nem sequer me preocupo saber se a Policia me vai interceptar e controlar, estou-me borrifando, de toda a maneira não tenho nada a perder, mais perdido não posso estar, e se expulsarem vai dar exactamente ao mesmo.
    Finalmente chego á gare routiére ao ar livre, a de Viseu ao menos é mais moderna, tem mais classe, é coberta com boas instalações, para os passageiros, afinal não somos atrasados em tudo em relação á Suiça.
    Supresa, a gare tem muita gente, começo a sondar e a maioria também vai de regresso, tal como eu, muitos, talvez a maioria, aguentaram menos tempo que eu, encontro dois amigos de perto da minha terra, Macieira de Sarnes que fizeram um feito nunca imaginado por mim, tinham chegado precisamente nesse dia de manha exactamente nas mesmas condições que eu, um deles dirigiu-se a um familar já instalado em Genebra que lhe deu uma refeição aos dois, deixou-os passar pelas brasas, tomar um banho, e depois convidou-os a ir procurar hospedaria noutro lado, segundo me contaram. Ao verem tanta barbaridade não hesitaram em marcar a viagem de regresso para a noite, e fugirem daquela "selva" de egoísmo primário, ainda por cima de familiares.
    Entro no autocarro que de repente fica cheio de frustados como eu, uns em situação ainda bem pior, tudo isto me levantou o moral radicalmente como é óbvio, como diz o provérbio, o azar de uns faz a alegria de outros, ou atenua em parte, estavamos solidários uns com os outros, a culpa afinal nem era nossa, as oportunidades é que não apareceram. E era ouvir a vontade que muitos tinham de mudar a sua vida em Portugal, desabafando que na nossa terra também se podia ganhar bem a vida, alguns de repente até foram foram iluminados por ideias, e projectos no minímo assustadores.
    (Continua...)
    Ligações e créditos:

  • Capitulo anterior
  • terça-feira, Abril 18, 2006

    As Ceifeiras já têm terreno para a futura sede


    Talvez fosse a prenda que o Rancho Folclórico As Ceifeiras São Martinho de Fajões desejava, falamos obviamente de uma parcela de terreno para a construção de uma futura sede.
    O anúncio foi recebido com todo a surpresa durante o almoço de comemoração das bodas de ouro do grupo.
    A parcela do terreno, foi doada por uma particular. Estamos a falar do Sr. Manuel Correia da Rocha, que também teve o apoio da sua família nesta decisão.
    A futura sede, terá lugar no lugar da Vermiosa, junto à estrada nacional 327.
    A direcção do rancho folclórico conta com o apoio das identidades oficiais e de toda a população em geral, para colaborarem na construção da sede.

    segunda-feira, Abril 17, 2006

    G.D.Fajões 0 - 1 P. de Brandão


    No passado sábado, o Grupo Desportivo de Fajões recebeu no campo das cruzes o Paços de Brandão, actual segundo classificado da primeira divisão distrital. Num jogo equilibrado, e disputado até ao final, a equipa visitante acabou por vencer por uma bola a zero. Penso que o G.D.F. pelo que jogou não merecia sair derrotado do jogo, tendo inclusive criada duas ou três situações flagrantes de golo. Note-se que o P. de Brandão alcançou o golo, a 10 minutos do final.
    O Fajões pode ainda se queixar de uma grande penalidade que o árbitro não sancionou.

    sábado, Abril 15, 2006

    Queima do Judas 2006

    À semelhança dos anos anteriores, hoje vai ter lugar mais uma "queima do judas".
    Trata-se de um momento que já começa a ter tradição em Fajões e que conta, desde a sua primeira edição (já lá vão alguns anos, refira-se) com a organização dos habitantes dos lugares, essencialmente, do Tapado, Retorta e Cabo da Aldeia.
    A queima terá lugar na Rua 21 de Junho, no lugar do Tapado. O judas começa a arder pelas 00.00 horas. Como é habitual haverá comida e bebida para todos aqueles que decidam participar neste convívio.

    sexta-feira, Abril 14, 2006

    A minha primeira aventura por terras helvéticas - Capitulo XXVI - Autor: Albino Pinho

    Capitulo XXVI

    Participo a minha decisão ao padre de regressar, não noto qualquer emoção especial no rosto dele. Inclusivé diz que acha muito bem, que devo estar com a família, que a Suiça também tem bastamtes desempregados, e que a situação não está famosa etc.
    Uma enorme tristeza me invade mais uma vez, mas ao mesmo tempo um timida satisfação, de ir finalmente ver a minha querida família que parecia ter deixado á séculos, reencontrar os meus amigos, e camaradas do Sindicato, não esquecendo os bombeiros, saber se já chegou a ambulância nova. Este era ao menos o lado positivo.
    Preparei a minha mala branca. infelizmente nem uns chocolates podia levar, pois não ganhara nem um franco, os trabalhos em casa do padre foram a paga para o alojamento e mesa.
    Quando já tinha tudo preparado para partir, o padre veio-se despedir de mim desejar-me sorte, mandar recomendações para o padre da minha terra, dar-me alguns chocolates para os meus, e 200 francos, dizendo que bem os merecera pelos bons trabalhos que tinha feito, o que realmente era verdade.
    Despedi-me e dirigi-me á estação de Cressier para apanhar o já mais que conhecido regional até Neuchatel, e aí o outro semi directo até Cornavin - Genebra, a central de camionagem, ou gare routiére, ficava mais abaixo umas duas centenas de metros.
    A viagem foi quase sempre feita já de noite, mil coisas passaram pela cabeça duranre o percurso até Genebra, momentos de derrota, de alegria, de revolta, de decepção enorme. Que irão dizer as pessoas da aldeia, os amigos, e colegas de trabalho, mas afinal muito pouca gente sabia da minha aventura! e se já não me dessem trabalho na fábrica, como iria manter os meus, e pagar o dinheiro que pedi á minha mãe? que terá acontecido ao meu irmão João, e ao Júlio (baguiço)? e aquela equipa que ficou em Genebra, eu dei-lhes a minha possível direcção do Aníbal, mas não tinha a deles pois eles não sabiam onde iam ficar. Se calhar já estão a trabalhar, tiveram mais sorte que eu, fiz mal eu não ter ficado com eles em Genebra, afinal é um centro muito maior que Neuchatel e Le Landeron, e as possibilidades seriam muito maiores de encontrar trabalho.
    Mais esse tormento e dúvida, será que só eu é que terei de regressar? se fôr assim a derrota será ainda maior, nem queria imaginar eu continuar no mesmo rum rum em Portugal e ver os meus amigos de viagem chegar já bem na vida com o sonhado BMW, Não era um sentimento de inveja, não senhor! era sim um sentimento de falhanço ainda maior da minha parte.


    (Continua...)

    quinta-feira, Abril 13, 2006

    Golo do Fajões: palpites para a 32ª jornada

    G.D.Fajões - P.Brandão



    Quando ainda faltam sete jornadas para o final do campeonato, a pergunta que surge é se ainda é possível a manutenção?

    (Na minha opinião penso que não. Mas...)

    Devido ao domingo de Páscoa, o jogo entre o Grupo desportivo de Fajões e o Paços de Brandão será disputado no Sábado, com início marcado para as 16.00 horas.
    De referir que o G.D.F. ocupa a 18º posição e o P. de Brandão o outro extremo da tabela, 3º lugar, pelo que se antevê um jogo muito difícil, mas esta equipa já nos habituou ao melhor e ao pior.


    quarta-feira, Abril 12, 2006

    Resultados da Sociedade Columbofila de Fajões

    A última corrida ficou marcada pela descida de 3 posições na tabela classificativa de Domingos Moreira. No que diz respeito à liderança, está tudo na mesma, ou seja, Fernado Fernandes continua a liderar destacado.

    Aqui fica a ordem de chegada:

    - João Cardoso
    2º/3º/10º - Custódio saavedra
    4º/5º - Carlos Alberto Maia
    - Fernando Fernandes
    7º/8º - Carlos Silva
    - Marcos Pinho

    Classificação geral:

    - Fernando Fernandes - 812 pontos
    - Carlos Silva - 794 pontos
    - João Cardoso - 786 pontos
    - Carlos Alberto Maia - 708 pontos
    - Domingos Moreira - 699 pontos
    - Custódio Saavedra - 698 pontos
    - Marco Pinho - 683 pontos
    - Albertino e Filho - 639 pontos
    - Manuel Conceição - 623 pontos
    10º - Augusto Henriques - 293 pontos

    Golo do Fajões - Resultados

    Aqui ficam os resultados da 30 e 31ª jornadas do Golo do Fajões.

    30ª jornada:

    O Grupo Desportivo de Fajões recebeu em casa o Bustelo e ganhou por 2 bolas a 1.
    A chave da jornada foi a seguinte:
    (1 ponto pela participação + 1 ponto por ter acertado na vitória + 3 ponto por ter acertado no resultado final)

    31ª jornada:

    O Grupo Desportivo de Fajões deslocou-se ao terreno do Argoncilhe e empatou a zero bolas.
    A chave da jornada foi a seguinte: (1 ponto pela participação + 1 ponto por ter acertado no empate + 0 ponto por ter acertado no resultado final)

    Tabela Classificativa:

    -

    -


















    terça-feira, Abril 11, 2006

    A minha primeira aventura por terras helvéticas - Capitulo XXV - Autor: Albino Pinho

    Capitulo XXV

    O tempo começa a escassear, e a estar contra mim, dali sabia que nada podia esperar, o trabalho estava cada vez mais dificil, não via quem me pudesse ajudar, as minhas economias estavam quase esgotadas, resta-me esta última alternativa do meu primo, que jurei a mim próprio só utilizar em último recurso.
    Pouco mais havia a fazer, tenho de me render á evidencia, se esta falhar tenho de regressar a Portugal, perdi ! vou aguentar mais uns dias, até ter a resposta de Genebra, e se a situação não melhorar, telefono ao Manuel, para ele me confirmar a viagem de regresso, pois tenho o bilhete de ida e volta e não posso deixar passar o prazo, senão depois estou mesmo numa situaçâo complicada.
    Como previsto nada de novo aconteceu nos dias que se seguiram, recebo a carta tão ansiada do primo de Genebra dizendo-se admirado por eu estar na Suiça, dizendo ao mesmo tempo que pouco podia fazer por mim, pois não me podia arranjar trabalho, no entanto se eu quisesse que passsa-se por casa dele. Foi o fim, mais nada havia a fazer na Suiça.
    Falo com o Aníbal, que nada pode fazer também, dizendo que ele próprio tambem devia perder o trabalho brevemente, telefono ao Manuel, que me diz que não devo ir, que devo aguentar que de um dia para o outro pode aparecer um trabalho, quem é tudo uma questão de tempo, que eles também foram assim, esperaram meses, não duvido, sei que é assim, só que eu não tenho mais condições para continuar, pois tenho o meu posto de trabalho a recuperar antes que perca tudo. A decisão está tomada vou regressar a Portugal, enquanto é tempo. Contra a sua vontade o Manuel telefona para Genebra a confirmar o meu regresso á empresa de camionagem.
    A partida fica aprazada para sábado dia 20 de março, á noite na gare routiére de Genebra.

    (Continua...)

    Ligações e créditos:

  • apitulo anterior


  • segunda-feira, Abril 10, 2006

    50 anos Rancho Folclórico - VI - "As Ceifeiras..." - parte II



    Animados com o sucesso obtido com a apresentação dos improvisados "Rapioqueiros", responsáveis e restantes componentes, pensaram em dar continuidade àquele projecto. Os primeiros ensaios foram no Rêgo da Brega, em Passos e as coisas foram tomando forma. Foi então constituída uma direcção e recuperados alguns trajos mais antigos, sendo na sua maioria feitos de novo. Como directora, foi nomeada a Sr.ª Lili, mulher do Sr. Domingos Carvalho, conhecido negociante de vinhos. Os trajos do futuro rancho foram recuperados/feitos de raiz por uma costureira de Fajões, a Sr.ª Maria do Germano, emigrante no Brasil, que ainda o Verão passado nos fez uma visita de saudade, com os seus 95 anos. A primeira foto do Rancho, já com o novo estandarte, foi tirada nas escadas da casa da sua Presidente, onde entre os elementos que o compunham à época, podemos ver os fundadores e a costureira.
    Dos elementos que compunham os "Rapioqueiros", no actual elenco, ainda restam dois, a Sr.ª Laurinda Oliveira (na capa do 2º disco) e o Sr. Manuel Coelho dos Santos (Manel dos ovos) .


    ALGUNS ACONTECIMENTOS MARCANTES:

    - Em final da década de 50, grava cinco discos (ver abaixo os dois primeiros)
    - Organiza o I Festival de Folclore de Fajões em 24 de Abril de 1960
    - Em 1960 e 1961 fez-se ouvir no Rádio Clube Português, no programa "Do Minho ao Algarve".
    - Participa nos F
    estivais Folclóricos Luso-espanhóis de Folclore de Cidacos, em 1960, 1961 e 1962.
    - Em 1962, alcança ex-aequo, com um de Ovar, o primeiro prémio do Concurso Folclórico do Distrito de Aveiro.
    - Em 1963, participa no IV Festival Luso-Espanhol de S. Martinho do Campo (Santo Tirso)

    - Em 1963 participa no pr
    ograma de televisão "Poesia, Canto e Dança". - 1964, interveio no conceituado Festival da Meadela (Viana do Castelo).
    - Em 1978, o grupo filia-se na Federação do Folclore Português.
    - Em 2003, lançam o primeiro CD.
    - Mais recentemente foi aos Açores e ultrapassou as fronteiras do país actuando em França e na Suiça.

    A PRIMEIRA AVENTURA DISCOGRÁFICA

    Era director do Rancho o Dr. Samuel Bastos de Oliveira, quando foi decidido lançarem-se na aventura dos lançamento discográfico. Pela Casa Rapsódia foram editados cinco discos, de 45 rotações (single), através da Casa Figueiredo (Porto).
    Os abaixo apresentados foram os dois primeiro
    s e tiveram as licenças nºs EPF 5088 e 5089.
    As fotos das cap
    as foram encomendadas a Teófilo Rêgo, podendo ver-se na primeira capa, um grupo de elementos do rancho a "ceifar", na margem esquerda do rio, a sul da EN. 327.
    Disco 1










    Lado A
    : Simpatia do Amor - Canção;
    Chula de Fajões - Chula

    Lado B: Ó de salta, salta - Dança de roda;
    Aqui hoje à serão - Cantada

    Solistas: Sr. Manuel Rocha, Beatriz de Jesus e Laurinda de Sousa


    Disco 2







    Lado A: Vira de Fajões - Vira
    Saia Velhinha - Dança de roda

    Lado B: Rusga de Fajões - Rusga
    Ó de rouba, rouba - Desafio

    Solistas: Sr. Manuel Rocha, Laurinda de Sousa, Balbino Francisco e Beatriz de Jesus


    A ACTUALIDADE

    Alguns dados sobre o nosso Rancho:

    - 214 Sócios

    - (Sobre)Vive com atribuição de subsídios de instituições públicas (Câmara Municipal e a Região de Turismo da Rota da Luz), sócios, indústrias e comércio local, população e simpatizantes do grupo.

    A nível artístico:

    - Reportório com cerca de 30 números.

    - 10 Músicos e cerca de 44 dançantes.


    Parabéns ao Rancho pelos seus 50 anos de vida, sentidas saudades para aqueles que deram o seu contributo e que já partiram, e uma palavra de alento e coragem para os que através do seu esforço e empenho continuam a assegurar a existência deste grupo, tão importante na preservação e divulgação das raízes culturais da nossa terra.

    Por: Manuel Rui Pinho

    Ligações e créditos:

  • Parte I