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terça-feira, abril 05, 2005

Bombeiros de Fajões querem continuar a salvar quem precisa


O corpo dos Bombeiros Voluntários de Fajões tem procurado, dentro das possibilidades da Escola Nacional de Bombeiros e através do comando, fazer formação para resolver todos os obstáculos que se deparam no seu dia-a-dia, ciente de que quem não sabe, não salva.

Assim, no ano de 2004, contou com dois cursos de salvamento e desencarceramento, um curso de tripulante de ambulâncias de transporte (TAT) ministrados por formadores de Escola Nacional e a nível interno, foi dada formação, em período pós-laboral, de condução todo-o-terreno com aulas nocturnas, reciclagens de Cursos de socorrismo básico (com treinos em manequim) e formação em incêndios urbanos, industriais e florestais, fundamentais para o bom desempenho da função dos bombeiros.

O comandante reconheceu que "apesar de procurarmos sempre o nosso aperfeiçoamento, nem sempre é possível ter acesso a esses conhecimentos e técnicas, quer por indisponibilidade da Escola Nacional e porque não é fácil ir receber formação e abandonar o nosso posto de trabalho. É compreensível que as entidades patronais não estejam receptivas a disponibilizar um empregado por três ou quatro semanas. Para estes, que já fazem o sacrifício de deixar sair o pessoal para acudir às emergências, fica aqui o nosso público agradecimento", acrescentou Manuel Abreu. Neste aspecto, o ex-presidente da direcção, Manuel Machado, apontou como exemplo a empresa Silampos, pela disponibilidade que tem manifestado, não colocando entraves aos seus funcionários, sempre que vão para formação.

Para o ano em curso, o comandante afirma querer manter e, se possível, melhorar o mesmo nível de formação. Para tanto, o comando já pediu três cursos de T.A.T e dois de salvamento e desencarceramento. "Vamos continuar com a formação interna em comunicações, incêndios, condução todo-o-terreno, aparelhos respiratórios e continuar com treinos de reanimação cardiovascular. Continuamos a considerar como fundamental, a formação de um Corpo de Bombeiros, porque quem não sabe, não salva", salientou Manuel Abreu. O comandante destacou ainda, na apresentação do relatório, a promoção a bombeiros de 2ª e 1ª classe, depois de completaram uma instrução de seis meses, com uma carga horária de 70 horas e de se terem submetido ás respectivas provas e a promoção à categoria de chefe e de subchefes de alguns elementos do corpo que completaram com êxito a formação que foi ministrada a nível distrital. "Foi a primeira vez na história desta Associação que se formaram os primeiros chefes", acrescentou satisfeito o comandante.

Saudações...

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