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terça-feira, maio 17, 2005

Corporação de Fajões só para reforço

No domingo passado começou a Campanha de Combate a Incêndios Florestais, que habitualmente, tinha início a 1 de Julho. O concelho de Oliveira de Azeméis conta apenas com o Grupo de Primeira Intervenção (GPI) na corporação dos Bombeiros de Oliveira de Azeméis.

A campanha de Combate a Incêndios Florestais, que, nesta primeira fase, só conta com grupos de cinco elementos em cada corporação, teve início anteontem, dia 15 de Maio, e funciona a nível nacional. O concelho de Oliveira de Azeméis não é excepção, mas, desta feita, só a corporação de Oliveira de Azeméis tem elementos disponíveis nesta primeira fase, enquanto a corporação de Fajões, não está de prevenção nesta fase. Eventualmente poderá tornar-se num reforço em algumas situações, se necessário for, segundo o comandante da corporação, Manuel Abreu.
Nesta primeira fase, a nível nacional estão disponíveis cerca de um milhar de bombeiros, o que triplicará a partir de 1 de Julho, tal como nos adiantou o comandante interino, Melo Pereira.
Ainda segundo este responsável, os voluntários de Oliveira de Azeméis têm já o efectivo pronto para entrar em acção, desde domingo. "Estamos prontos para actuar no que for preciso", sublinhou.

Subsídio dos GPI`s não será para descontar no IRS

Ao contrário de alguns rumores, todos os bombeiros gratificados com subsídio pelas prevenções efectuadas, durante a campanha de combate a incêndios florestais, não terão que deduzir qualquer verba no IRS. Segundo a opinião de ambos os comandantes das duas corporações do concelho, aquilo que os "soldados da paz" recebem já é uma "esmola", quanto mais terem que descontar para o IRS o valor final de 1,22 euros pagos por cada hora. "Não teríamos cá voluntários de certeza", comentou Manuel Abreu, comandante dos Bombeiros de Fajões.

Vigilância armada e apertada

A vigilância irá ser feita de forma "muito apertada". Irão ser definidos pontos críticos pelo Gabinete de Apoio Municipal à Protecção Civil (GAMPC), pertencentes às áreas de intervenção dos corpos de bombeiros, e terá de ser feito um patrulhamento de forma exaustiva. Terá, igualmente, que existir uma grande colaboração entre os sapadores florestais, GNR e outras entidades envolvidas na campanha.

Em Outubro, Casa-Escola funcionará em S. J. Madeira

Na opinião dos dois líderes das corporações do concelho, a Casa-Escola irá ser uma mais valia para as corporações do distrito de Aveiro. "Já há muito tempo que dizia que a Escola Nacional de Bombeiros deveria ser descentralizada", afirmou Manuel Abreu, comandante dos voluntários de Fajões. "Certamente que as corporações da zona operacional 3, a que pertencem as corporações de Oliveira de Azeméis e Fajões, entre outras, irão usufruir dessa formação. Nesse protocolo está bem patente que as corporações aveirenses irão ter a possibilidade de organizar formação própria para o distrito, que, depois, irá ser ministrada nesse centro de formação", adiantou Jorge Pereira.
A única do país a dar apoio à já existente em Sintra, inaugurada no passado domingo, irá funcionar a partir de Outubro do corrente ano e surge de um protocolo celebrado entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de S. João da Madeira e a Escola Nacional de Bombeiros.

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