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sábado, maio 07, 2005

Gabinete de Apoio à Protecção Civil de Fajões está prestes a funcionar

Neste momento, "encontra-se em fase de aquisição de equipamento". Mas, mal comece a funcionar o Gabinete de Apoio à Protecção Civil (GAPC) no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Fajões subirá para dois o número de estruturas do género existentes no município. Quer a que vai entrar em funcionamento na vila fajoense, quer a de Oliveira de Azeméis vão ser dotadas de "informação geográfica o mais actualizada possível".

A garantia foi dada por Ápio Assunção na breve sessão de abertura das I Jornadas de Protecção e Socorro - uma organização do Gabinete Municipal de Apoio à Protecção Civil e dos "soldados da paz oliveirenses". Aos que, logo pela manhã, marcaram presença no Auditório da Junta de Freguesia, o edil fez saber que é a favor de "um intercâmbio", de "uma parceria" entre a Protecção Civil (PC) e os bombeiros. Até, porque são estes últimos que "têm o know-how" e, em casos de emergência, poderão accionar as brigadas da PC da Câmara Municipal. Exemplo disso foi o combate ao incêndio que deflagrou, não há muito tempo, no Antigo Cinema em Cucujães no qual elementos do Corpo Activo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis e funcionários camarários actuaram em conjunto.

No que concerne à iniciativa que estava a decorrer e cuja realização foi proposta à autarquia por Jorge Pereira, coordenador do Gabinete Municipal de Apoio à Protecção Civil de Oliveira de Azeméis, o autarca considerou-a de "uma importância fundamental", porque "uma melhor formação teórica traduz-se, inevitavelmente, numa melhoria pragmática na resolução dos problemas".

Às I Jornadas de Protecção e Socorro, Ápio Assunção trouxe também uma mensagem de alento, afirmando que "não adianta andarmos sempre a lamentar-nos". Afinal, o concelho tem dado exemplo com o desenvolvimento de prevenção de fogos, recorrendo não só aos bombeiros, mas também aos sapadores florestais da Associação Florestal do Entre Douro e Vouga. Se bem que também é de opinião que "há muito outro trabalho a fazer", nomeadamente de sensibilização dos proprietários florestais e, inevitavelmente, dar-lhes instrumentos e formas de rentabilizar as propriedades. "Aí sim, estamos a fazer algo pela prevenção", frisou.

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