Toda a informação relacionada com a freguesia de Fajões; AGENDA: 29/01 - S. Roque - Fajões (15.00 horas)// TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO DE TOTAL RESPONSABILIDADE DOS SEUS AUTORES

quinta-feira, junho 30, 2005

Inquérito - 15

Terminou hoje a mais um inquérito. A pergunta que esteve em votação durante cerca de duas semanas, e numa altura em que o blog ultrapassou as 6000 visitas, era a seguinte: "Qual a sua avaliação, em termos de qualidade, deste espaço sobre a freguesia de Fajões?"

Confesso que os resultados me surpreenderam pela positiva, pois não obtive nenhuma resposta de que o blog era fraco. Num total de 23 participações, a maioria (11) pensa que o blog é razoável, enquanto que 8 acha que ainda tenho muito a melhorar. Por outro lado 4 participantes acham que o blog é de boa qualidade.

A próxima pergunta está relacionada com as eleições autárquicas que se aproximam. Numa altura em que o Dr. Luís Filipe, actual presidente da junta de freguesia, já afirmou aos órgãos de comunicação social que se vai recandidatar á presidência da junta de freguesia, eu gostaria de saber qual é a vossa opinião.

Então a pergunta é a seguinte: "Concorda com a recandidatura do actual presidente da junta ás próximas eleições autárquicas?"

Podem aceder directamente à votação e aos resultados através do seguinte endereço:

  • Votação/Resultados
  • Não se esqueçam que têm os comentários abertos!


    Hoje terá lugar no auditório da junta de freguesia, uma assembleia-geral extraordinária.

    O início está marcado para as 21 horas.

    quarta-feira, junho 29, 2005

    Assembleia municipal - parte II


    Presidente da Junta afirmou na assembleia municipal: "Fajões tem sido esquecida"

    Na sequência da descentralização das reuniões da Assembleia Municipal, o órgão deliberativo reuniu em Fajões. Na qualidade de anfitrião, o presidente da Junta considerou a sua freguesia "a mais distante e, por isso, a mais esquecida do Poder Central e do Poder Local".

    Por isso, o autarca considerou que a presença dos órgãos deliberativo e executivo eram motivo de orgulho e de esperança e que, ao mesmo tempo, "sirvam para sensibilizar a Câmara Municipal para a realização de obras e de melhoramentos". Luís Filipe Oliveira reivindicou para a sua freguesia a rede de saneamento básico, a de abastecimento de água, infra-estruturas para o comércio e para a indústria, bancadas e balneários para o campo de futebol, a ampliação do cemitério, a construção do edifício para sede das colectividades e o alcatroamento das estradas da Retorta, do Pisão, da Rua de S. Martinho, do caminho do Calvário e a ligação de S. Mamede a Monte Calvo.

    População está descontente

    A concluir, Luís Filipe Oliveira garantiu que "o descontentamento da população é notório. O presidente da Junta tem reclamado em tom enérgico, mas de forma cordial. Chegou a hora de dar legítimas aspirações aos fajoenses pelas obras de bem-estar e de progresso". Também Augusto Pais subiu à tribuna para se regozijar com a reunião da Assembleia Municipal na sua freguesia, entendendo-a como "vontade em contribuir para a resolução das carências do Nordeste do concelho, que durante décadas esteve esquecido". Apesar de se regozijar com a construção da Via do Nordeste, na esperança de que "conduza a uma forte corrente de progresso", Augusto Pais apontou como principais carências da sua freguesia o saneamento básico, a urbanização do morro de S. Marcos, a urbanização e arranjo de toda a zona adjacente à igreja matriz "própria do terceiro mundo" o salão paroquial estimado em 190.000 contos (950.000,00 euros), comparticipados até um máximo de 90.000 contos pelo Estado. "O restante é uma verba muito alta para ser suportada pela freguesia, pelo que a Comissão Fabriqueira terá de encontrar ou uma oferta muito generosa da Câmara Municipal, ou reformular o projecto".

    Faltam recursos

    O presidente da Câmara afirmou que o presidente da Junta tem tido alguns resultados, "não aqueles que desejaria ter, porque nenhum dos 19 está satisfeito" e, quanto à rede de saneamento lembrou que Oliveira de Azeméis teve a maior taxa de execução do Eixo 1, num total de 146%. Ápio Assunção admitiu que "ao longo dos anos a Câmara não planeou devidamente a rede de saneamento" e apontou como exemplo a construção do emissário da cidade a Ul, quando neste momento não se sabe ainda quem vai construir a estação de tratamento Sul, a implantar naquela freguesia. O autarca deixou uma réstia de esperança, já que nas candidaturas apresentadas, no valor de 1,5 milhões de contos está incluída a freguesia de Fajões. Em termos de outras obras, o presidente da Câmara mostrou-se disponível para celebrar protocolos com Fajões e garantiu que as obras faladas recentemente com o presidente da Junta são para se fazer. "Temos falta de recursos financeiros, há uma redução das receitas, mas não podemos perder as oportunidades, já que todas as empreitadas ficam abaixo da base. Não havendo recursos, há que definir prioridades", acrescentou. Quanto à construção do salão paroquial, Ápio Assunção aconselhou a não baixar os braços, a continuar com o projecto, porque a candidatura foi seleccionada.

    Fonte:

  • Correio de Azeméis
  • Rescaldo do jantar do nucleo sportinguista de Fajões

    Na comemoração do 6.º aniversário do Núcleo Sportinguista de Fajões estiveram presentes quatro grandes nomes que, dentro das quatro linhas, serviram a colectividade: José Carlos, Hilário, Carlos Pereira e Augusto Inácio, para além de Joaquim Neutel, que representou o vice-presidente do Sporting, Dr. Meneses Rodrigues, que por imprevisto de última hora não pôde estar presente.
    A comitiva leonina foi recebida na Junta de Freguesia, descerrou uma placa alusiva na sede do Núcleo e conviveu já no restaurante Julieta, em Cesar, à sombra de uma ramada de kivis, que mereceria rasgados elogios de Joaquim Neutel. "É um local lindíssimo. Ando há três anos nisto e este foi dos sítios mais agradáveis onde já estive".

    Um clube histórico preocupado com a juventude

    Na sede da autarquia, o presidente da Junta deu as boas-vindas aos ilustres visitantes e manifestou "admiração e simpatia pela grande instituição que é o Sporting Clube de Portugal. É uma honra a vossa presença numa das freguesias mais ricas em termos de associações e colectividades do nosso concelho", acrescentou Luís Filipe Oliveira. O autarca destacaria ainda "a força mobilizadora do Sporting, um clube histórico, que se tem preocupado com a juventude e com a formação".
    Na resposta, o representante do Sporting, congratulou-se com o apoio que a autarquia dá às colectividades e garantiu que ela pode "contar com o Núcleo, que se insere numa sociedade em defesa dos valores mais dignos". Joaquim Neutel considerou ainda que "a participação social das pessoas faz a dignidade dos homens" e pediu à Junta que "continue com esse apoio às colectividades, porque a freguesia poderá contar com o apoio dos sportinguistas".

    "O futuro é do Sporting"

    O representante de Meneses Rodrigues recordou as vitórias alcançadas em juvenis e juniores para vincar que "somos os campeões do futuro". Recordou a celebração do jantar do 99.º aniversário do Sporting e que gostaria de ver o núcleo representado. Vale a pena ser e ter orgulho no Sporting, porque o futuro é nosso", rematou Joaquim Neutel.
    A comitiva dirigiu-se depois para a sede do Núcleo onde foi descerrada uma lápide comemorativa, tendo o presidente da colectividade, Daniel Santos agradecido a presença das entidades e lembrado que a 14 de Maio de 2000, "Quando o Sporting foi campeão, este Núcleo fazia exactamente um ano de existência". Apesar das dificuldades, Daniel Oliveira garantiu que "somos poucos, mas bons para levar o barco a bom cais".

    Gente de um sportinguismo invulgar

    O presidente da colectividade comparou o convívio do 5.º aniversário com o deste ano e reconheceu o aumento de 79 para 99 presenças. "Sinto-me satisfeito, porque não é fácil estar a trabalhar desde há dois meses até de madrugada. Contudo, chegar ao dia de hoje, correr tudo bem é contagiante, é um sportinguismo de outra forma". A concluir, Daniel Santos deixou um recado para aqueles que não têm acreditado "nos putos da Ribeira, mas com muito ou pouco esforço, com carolice, estamos a levar isto por diante".
    A dedicação da direcção seria comprovada pelo presidente da mesa da assembleia geral. Alcides Queirós não lhe poupou elogios. "O Núcleo está bem vivo, a direcção tem feito um esforço muito grande, é gente de um sportinguismo invulgar".
    À festa dos sportinguistas de Fajões associaram-se os núcleos de Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira, Murtosa e S. Bernardo.

    Muitas lembranças

    A festa do Núcleo Sportinguista de Fajões ficou assinalada pela troca de muitas lembranças. Na Junta de Freguesia, o executivo entregou uma salva em prata para Meneses Rodrigues, cujo representante também retribuiria, e outras para os antigos craques do Sporting. Por sua vez, o Núcleo entregou a diversas colectividades fajoenses ? bombeiros, rancho, G. D. Fajões (que retribuiu), ACREF, Amigos do Antuã, Banda Musical, Conferência Vicentina, Junta de Freguesia, padre Telmo Magalhães, aos quatro ex-atletas e aos núcleos presentes.

    Fonte:

  • Correio de Azeméis



  • terça-feira, junho 28, 2005

    Telefones úteis de Fajões

    Aqui ficam alguns telefones úteis da freguesia de Fajões. Esta lista não é definitiva, pelo que ainda serão acrescentados alguns números. Poderão ter acesso sempre que desejarem à lista, para isso basta clicarem sobre o telefone que se encontra na barra ao lado.

    Bombeiros Voluntários Fajões - 256 851 122

    Junta de freguesia - 256 851 522

    Centro de saúde de Fajões - 256 852 651

    Rancho folclórico - 256 852 896 ; 256 851 525

    Centro Social de Fajões - 256 851 656

    Banda de Musica S.Martinho de Fajões - 969 063 803

    Sociedade Columbófila de Fajões - 256 852 683

    Grupo Desportivo de Fajões - 917 597 139

    ACREF - 919 870 346

    Grupo de Dança "Juntos" - 919 718 090

    Pároco de Fajões - 256 851 487

    Escola do Ensino Básico 2, 3 de Fajões - 256 850 450 ; 256 850 452

    Escola do 1º Ciclo do Areal - 256 852 795

    Escola do 1º Ciclo de Casalmarinho - 256 852 354

    Escola do 1º Ciclo do Coto - 256 852 893

    Comissão de Melhoramentos do Morro de S.Marcos - 968 016 794

    Pré-Primária de Fajões - 256 851 084

    Finibanco - 256 850 440


    (...)

    Assembleia Municipal - parte I


    As intervenções das diversas associações da freguesia presentes foram unânimes: o atraso no pagamento dos subsídios por parte da Câmara Municipal. A estes problemas acresceram a manifestação de vontade da Banda Musical em obter o estatuto de Utilidade Pública e a preocupação do presidente do Centro Social, face à afirmação recente do presidente da Junta aos microfones da Azeméis FM Rádio, de que é intenção da autarquia pedir a desactivação da Escola do Areal para ali criar um ATL.

    Postos de trabalho em causa

    José Santos adiantou que, se essa ideia for avante, estarão em causa seis ou sete postos de trabalho e acrescentou não entender "como se pode duplicar os serviços pondo em risco postos de trabalho e acrescentando dificuldades às que já todos conhecem. E perguntou mesmo qual é o ânimo de quem trabalha arduamente para equilibrar as contas, aposta tudo na qualidade dos serviços que presta, contrata pessoal qualificado, compra computadores e vê agora ameaçado todo esse trabalho. O responsável pela instituição fez notar que tem em apreciação na Segurança Social um projecto para mais três salas, pelo que lhe parece incrível que tais afirmações sejam feitas, ao mesmo tempo que acrescentou não estar admirado, porque "há reuniões da Rede Social e ninguém aparece, pelo que não sabem o que existe ou está projectado".
    No final, em jeito de balanço, diversos membros da Assembleia Municipal manifestaram a sua opinião, sobretudo em relação à eterna questão dos subsídios. O presidente da mesa da assembleia da Associação Humanitária defendeu que "há outra maneira mais engenhosa de fazer parar os queixumes. "Temos atrasos, mas vamos fazendo sensibilização, tanto mais que todo o trabalho nesta casa é voluntário".

    Apoios só para a formação

    Augusto Pais defendeu que os apoios devem ser encaminhados para a formação e nunca para o profissionalismo e, muito menos, para o mercenarismo". A criação de um centro de recursos por parte da Câmara Municipal foi uma ideia avançada por Hélder Simões, de forma a poder apoiar tecnicamente as associações. Já quanto aos subsídios em atraso, o eleito do PS defendeu que a Câmara fizesse um empréstimo bancário de forma a regularizar os atrasos que tem com as colectividades e com as juntas de freguesia, aliviando a gestão diária destas.
    No mesmo sentido opinou Ricardo Tavares, defendendo a celebração de protocolos entre a Câmara e certas entidades, por exemplo com a Ordem dos Advogados, que possam colaborar com as associações em termos fiscais e jurídicos.
    Para António Vieira Dias o problema resume-se essencialmente ao facto de em casa que não há pão todos ralham. De qualquer forma, o eleito centrista agradeceu o esforço e a dedicação de quantos servem as associações.
    António Godinho acrescentou que quantos estão nas associações passam "momentos aflitivos, porque o povo exige. O País vive das associações e elas têm o direito de ser vistas de maneira diferente, mas os atrasos da Câmara fazem-nos andar com o coração nas mãos". De qualquer forma, o autarca de Santiago de Riba-Ul considerou que vale a pena darmos o melhor pelos carenciados.

    Poder Local também à espera

    O vice-presidente da Câmara reconheceu haver atrasos no pagamento de alguns subsídios, "mas temos vindo a evoluir, já que as dívidas têm diminuído. As dívidas crescem e a Câmara Municipal é um exemplo". De qualquer forma, Albino Martins lembrou que a Câmara presta outros apoios com o seu pessoal, seja em trabalho directo, seja na elaboração de projectos para as IPSS. Paralelamente, lembrou que a FAMOA pode apoiar as colectividades a vários níveis.
    Em jeito de resumo, o presidente da Assembleia Municipal defendeu que "o fortíssimo movimento associativo do nosso concelho não é subsídio dependente. Sabemos o esforço que faz para apresentar as suas iniciativas e que em momento de recessão económica o recurso é sempre ao Poder Local. Porém, este também espera por apoios que lhe são devidos do Poder Central".
    Hermínio Loureiro acrescentou ser bom que o movimento associativo assuma a sua irreverência e ambição, que possa exprimir as suas dificuldades, projectos e ambições. Da sua parte garantiu que ficou com um conhecimento mais real das dificuldades do dia-a-dia.

    Fonte:
  • Correio de Azeméis

  • José Miranda campeão 2005


    Na ultima prova do campeonato, José Miranda, sagrou-se campeão sa associação columbofila da Fajões. Com alguns anos de experiência no ramo, José Miranda mostrou toda a sua categoria, ao vencer também o campeonato de fundo, sendo assim um campeão sem margens para dúvidas.

    Aqui ficam os resultados finais:

    1º José Miranda - 3724
    2º Abílio Barbosa - 3610
    3º Pombal Quinta Moutas - 3601
    4º Fernando Fernandes - 3203
    5º Armando Oliveira - 3163
    6º Albertino e Filhos - 3061
    7º Mário Silva - 3044
    8º Carlos Silva - 3008
    9º Fernando Soares - 2782
    10º Custódio Saavedra - 2745

    Classificação Fundo:
    1º José Miranda - 1277
    2º Abílio Barbosa - 1198
    3º Albertino e Filhos - 1186

    segunda-feira, junho 27, 2005

    Não tem nada a haver com Fajões... mas não resisti em publicar isto



    Aqui está ele!!! O DVD tão esperado pelos fãs...

    Foto-Report das futuras bancadas e balneários do polidesportivo de Fajões


    E como diz o povo "o prometido é devido" e aqui ficam on-line as primeiras fotos das futuras bancadas e balneários do polidesportivo de Fajões.

    Ainda nada foi feito, para além do desaterro, mas através das fotos já se pode ficar um ideia da dimensão do projecto, que por palavras do presidente da junta, Dr. Luís Filipe à imprensa no fórum, trata-se de um "projecto de grande qualidade e muito bonito".

    Podem aceder directamente ás fotos através do seguinte link:

  • Foto-Report das futuras bancadas e balneários
  • sábado, junho 25, 2005

    "19 fregueisas, um só coração"

    No passado dia 21 do mês corrente, decorreu em Fajões um "debate" sobre a freguesia.

    Esta iniciativa levada a cabo pela rádio "Azeméis Fm", e que se dá pelo nome "19 freguesia, um só coração". Note-se que esta iniciativa percorre todas as freguesias do concelho de Oliveira de Azeméis.

    Sendo assim, o blog tem o prazer de disponibilizar em primeira-mão, a todos os seus visitantes, os primeiros 45 minutos do fórum. Mais não está ao vosso dispor, pois não me foi possível gravar todo o desenrolar da discussão, que durou cerca de duas horas e meia.
    Deixemo-nos de palavras e vamos directos ao assunto. A totalidade da gravação está dividida em 5 partes. Podem aceder a essa gravação, através dos seguintes link`s.


  • Audio 1


  • Audio 2


  • Audio 3


  • Audio 4


  • Audio 5


  • Nota: Para fazer o download, deve proceder do seguinte modo: No final da página clicar em "free". Deve-se esperar que abra a página. Depois é só clicar em "Your download link" e guardar o ficheiro.

    sexta-feira, junho 24, 2005

    Amigos do Antuã promovem cultura ambiental

    A Associação Ambiental de Caça e Pesca "Amigos do Antuã" realizou, com o apoio da Junta de Freguesia de Fajões, uma campanha de sensibilização junto das crianças das escolas do ensino básico da Vila fajoense. Registe-se que a acção decorreu no passado dia 17 do corrente, no auditório dos Bombeiros Voluntários, tendo versado sobre a defesa e preservação do meio ambiente e pugnado pelo recolha do lixo e sua deposição em ecopontos.

    Estiveram presentes centenas de jovens, acompanhados pelas respectivas professoras e auxiliares de acção educativa e pelos responsáveis associativos, nomeadamente Joaquim Carvalho da Silva, Joaquim Oliveira e Silva, Pedro Carvalho da Silva e Manuel Rui Pinho.

    Coube ao presidente dos "Amigos do Antuã" dissertar a respeito do tema em equação, tendo contado com a ajuda de um filme de banda desenhada. Manuel Rui explicou o ciclo da água, realçando a sua importância, e, de seguida, realizou uma viagem virtual por Fajões, apresentando os seus monumentos, as suas colectividades, as suas belezas naturais. Chamou a atenção dos jovens para a necessidade de se combater todos os agentes poluidores, que podem pôr em risco a saúde e o bem-estar da população.

    Por seu lado, Luís Filipe Oliveira felicitou a Associação pela promoção desta iniciativa de sensibilização para a defesa do meio ambiente. O presidente da Junta de Fajões também realçou a disponibilidade manifestada pelos professores para cooperar com os ambientalistas e com a autarquia na defesa da salubridade e o bem-estar dos fajoenses.

    No final, foram distribuídos objectos e literatura sobre a temática, alertando as crianças para os malefícios da poluição e incentivando a sua participação em acções em prol da preservação da natureza e da salubridade do meio ambiente.

    Retirado de:
  • A Voz de Azeméis
  • Aonde a aventura pode levar !

    Numa altura em que os incêndios dão cada vez mais que falar, pelas piores razões, e numa altura em que os Bombeiros Voluntários de Fajões têm cerca de 3 chamadas de incêndio por dia (a maior parte delas, é na serra da costeira!) aqui fica mais uma aventura do nosso amigo Albino, do tempo em que ele era bombeiro.

    "Aonde a aventura pode levar !



    Na sequencia das histórias por mim vividas, aquando bombeiro de Fajões, (1978 1985) e da qual guardo gratas recordações, passo a narrar mais uma de muitas outras.

    Estávamos no ano de 1981, ano talvez recordista de chamadas para incêndios na região, se a memória não me atraiçoa, tivemos 200 e tal serviços só para incêndios, nesse longínquo ano.
    Setembro era o mês, que ia mais ou menos a meio, não havia dia ou noite que não fossemos chamados para acudir a mais um incêndio, na sua grande maioria, como habitualmente, no concelho de Arouca.

    Nesse dito dia, mais ou menos ao meio da tarde toca o telefone, o nosso quarteleiro, na altura o falecido Sr. Gomes (retornado) atende, ordens da sede para nos dirigir imediatamente, e em maior número possível para o quartel dos voluntários de Arouca (ainda em antigas instalações provisórias, pior que as nossas)

    O Sr. Gomes faz o gesto tantas vezes repetido, levanta o manípulo, e a sirene dá o alarme longas e repetidas vezes. Á medida que o bombeiral vai chegando, uns a pé, outros de bicicleta, outros de motorizada, e poucos de carro. Das poucas viaturas que tínhamos, quase todas da sede, ia-mos acamando como podíamos, e de sirene ligada, lá nos metemos ao caminho direcção terras de St. Mafalda, embora o som da sirene desse a impressão que íamos a uma altíssima velocidade, a verdade, é que nem as viaturas, nem as estradas o permitiam
    ...mas enfim !
    Passada uma boa meia hora, lá chegamos mais uma vez á casa dos nosso colegas de Arouca, cujo comando deu ordens para nos reagrupar no outro lado da estrada nos terrenos da serração, pois estava para chegar o helicóptero de Viseu que andava a transportar os bombeiros para o local do incêndio serras de que circundam a aldeia de Cabreiros.

    Equipados cada qual com o seu batedor, (pau, ou vara, con algumas lonas fixadas da extremidade com que batíamos nas pequenas labaredas até á sua extinção ) muito precioso, e prático para este tipo de incêndio.

    Depois de devidamente instalados dentro do engenho, este levantou voo e, qual libelinha, em poucos minutos já estávamos no local do incêndio, transporte mais que eficaz para a colocação do pessoal no local exacto, as viaturas algumas já no terreno, outras a caminho seriam também muito importantes.
    Ficamos precisamente no cume de uma serra de onde podíamos avistar do outro lado do rio a aldeia de Cabreiros, e nas serras vizinhas focos de incêndios aqui e ali, pois parece que tinham sido provocado por uma queimada muito usual na região, para fazes renascer o pasto nas serras para o gado, uma das poucas fontes de subsistência destas gentes serranas.

    O que é certo é que esses focos já ardiam há alguns dias, e começavam a aproximar-se do povoado, As chamas eram reactivamente baixas, e o
    material de combustão era essencialmente carqueja, muito abundante na região, na parte superior da algumas serras havia algum arvoredo, composto essencialmente por pinheiros de baixa estatura.

    Lançando um olhar ao meu redor, e no horizonte, vejo alguns bombeiros, principalmente de Arouca, dispersos do outro lado do rio. As ordens que tínhamos era de aguardar por ordens ordens superiores que iriam chegar de um momento a outro, devíamos manter-nos agrupados no local de desembarque.
    Mas quem espera desespera ! queríamos mostrar que os de Fajões eram os maiores, afinal éramos tão novos, e com tanta vontade de mostrar trabalho. Eu como mais velho, não em idade, mas porque tinha ficado em primeiro lugar na 1° escola dos bombeiros de Fajões, até a chegada de um superior era minha a responsabilidade do pessoal.
    Vendo que do nosso lado o fogo ardia baixo e calmamente a meia encosta tive o ideia que julguei fantástica, reuni o pessoal, mais dois ou 3 aspirantes de Arouca que andavam por ali, e disse ! pessoal não tem cabimento estarmos aqui a olhar uns para os outros enquanto que o fogo aqui do nosso lado vai avançando ! portanto preparem os batedores (o único utensílio que tínhamos na altura) e vamos descer em
    fila indiana até ao local do fogo, aí vamo-nos meter de frente e em pouco tempo creio que dominaremos este lado.

    Dito e feito, fomos descendo a serra bastante íngreme, entre a vegetação e muitas pedras e depois de percorrer algumas centenas de metros estamos face ao "inimigo" á voz de comando começamos a malhar no dito que quase tivemos extinto pouco tempo depois do início do combate.

    Apagava-mos aqui! ele acendia ali ! Começa a levantar a brisa da tarde que desvia as chamas mais para baixo, onde a carqueja já nos cobria, por uma questão de orgulho os bombeiros não desistem, eu que dei a ordem começo a duvidar se realmente o vamos parar, a dúvida instala-se mas continuo a encorajar os meus homens. Entretanto avisto um Canadair, e pensei milagre!!! ele vai resolver a situação, faço-lhe sinal o piloto baixa para o local do sinistro, abre o tanque mas infelizmente acerta mais nos bombeiros que no fogo.
    O vento aumenta de velocidade, já temos dificuldades de aproximar-mos com os batedores, o calor é enorme! O fogo entra no matagal da altas carquejas, o que eu temia aconteceu, estávamos numa espécie de cova com o fogo ali à nossa frente, quem conhece sabe o que é um fogo em carqueja ou eucaliptos, em poucos minutos tudo se complicou, de repente dou ordens para abandonarem o local o mais rápido possível, tínhamos perdido o controle da situação, estávamos em local muito perigoso, não havia um segundo a perder.
    Foi o pânico geral, já não conseguíamos nos ver uns aos outros, quem pode ainda trouxe o seu batedor, outros largaram tudo, e cai aqui levanta ali, serra fora foi um ver se te avias!

    Chegados ao cume da serra, reparo que faltam dois homens, o meu grande amigo Armando, que hoje vive na Austrália, e um aspirante de Arouca que andava com ele. Olho serra abaixo o cenário é dantesco e apocalíptico, a serra do nosso lado está quase toda em chamas. Estamos todos panicados, e desesperados pelos dois colegas que faltam, vamos chamando e olhando, resposta nada ! o tempo passa o fogo avança na nossa direcção, começo a desesperar e a ideia que os dois ficaram nas chamas começam a nos invadir, há alguns que começam a chorar, eu tento manter o mínimo de moral no pessoal, afinal se alguma tragédia aconteceu sou eu o responsável !
    Tenho de assumir, que vai ser de mim, mas no fundo continuo alguma coisa que diz que eles estão vivos em algum lado, mas onde se lá em baixo já está tudo queimado, e se não saímos daqui rápido podemos correr perigo. Lá longe, do outro lado do rio, na aldeia de Cabreiros, há viaturas que chegam de muitas corporações, até mesmo militares de Aveiro, pois o fogo começa a ameaçar a aldeia, e certeza que há que montar uma frente de combate, porque se o vento mantém esta direcção esta noite a aldeia vai arder.
    A noite começa a cair, as esperanças cada vez são menores, dou ordens para nos deslocarmos pelo cima da serra até a Cabreiros, e contar o sucedido, há que assumir, por entre choros de desespero lá fizemos o percurso, talvez o mais penível que fiz até hoje.
    Mas !!! Ainda a umas centenas de metros da aldeia alguém nos reconhece e grita AINDA AGORA ! Onde é que vocês se meteram anda toda a gente à vossa procura! era o meu amigo Armando, eu não queria acreditar ! chorei de alegria de tristeza não posso explicar. Afinal o Armando quando viu as coisas complicadas atirou-se ao rio com o aspirante, esperou que o fogo passa-se subiu a serra do outro lado até à aldeia de Cabreiros onde nos esperava impacientemente. Tentamos abafar esta história o mais possível, ficou quase só entre nós. Passados 24 anos, e por homenagem, e respeito aos soldados da
    paz, especialmente de Fajões, de todos que vi os melhores, resolvi meter esta fascinante história no blog.

    Para terminar, mais uma das muitas histórias que guardo sobre os nosso bombeiros, direi que esse incêndio foi dos mais diabólicos que conheci, nessa madrugada uma das frentes chegou a ameaçar perigosamente a linda aldeia de Cabreiros, era ver centenas de homens, com os autotanques carregados de água à espera dele à entrada da aldeia, sobre o comando do comandante Alegria, tudo estava pronto para o grande combate, só que a certa altura o vento mudou de direcção e levou-o a passar algumas centenas de metros ao lado da aldeia, que com uma força impressionante tudo queimou, até os pequenos pinheiros bem lá no cimo da serra.
    O inimigo tinha passado ao lado, mas não tinha desarmado. o comandante, manda poupara munições "água" mas devemos estar de vigia á aldeia toda a noite. Assim se fez, entretanto a fome aperta, a hora vai alta, eu e a minha equipa, agora ao completo, como o rancho tardava a chegar, fomos procurar uma taberna na aldeia. Encontramos uma que nos serviu como reis, lembro-me ainda perfeitamente do cenário, toda em madeira, muito tipica com os pipos alí á frente, as travessas de barro com os rojões, as chouriças, e mais derivados da aldeia. Posso afiançar-vos que foi dos momentos mais felizes da minha vida. Ainda continuamos lá até o outro dia á noite, e quando o comande deu ordens de regressar a casa, pois a aldeia estava a salvo, o fogo esse ainda continuou por uns dias por aquelas serras até que a natureza o extinguiu.
    Das zonas que mais aprecio em Portugal, é essa parte do concelho de Arouca, e parte do de S. Pedro do Sul, e rara é a vez que não passo lá nas minhas férias de Agosto, rever muitos locais onde combati incêndios, e sobretudo admirar um tesouro escondido que felizmente os abutres do turismos ainda não descobriram."

    quinta-feira, junho 23, 2005

    Assembleia Municipal

    Amanhã, 24/06/2005, irá decorrer no auditório dos Bombeiros Voluntários de Fajões a assembleia geral da camara municipal.

    A mesma está marcada para as 21 horas, no local já referido em cima.

    De minha parte, espero que todos os fajoenses, que verdadeiramente se interessam pela freguesia compareçam!

    Mais tarde, tentarei publicar uma pequena noticia ainda sobre este acontecimento.

    Festa paroquial/Encerremento da catequese 2005

    Já se encontram disponiveis no "Foto-report" algumas fotos da festa paroquial e do encerramento da catequese, do ano de 2005.

    Podem aceder directamente através do sehuint endereço:

  • Foto-Reportagens
  • terça-feira, junho 21, 2005

    Vila de FAJÕES - 10º Aniversário



    Hoje, dia 21 de Junho de 2005, iniciou-se o Verão e as temperaturas encarregaram-se de o fazer lembrar aos mais esquecidos.
    Mas para quem vive nesta terra, este dia tem um significado especial, Fajões foi elevada à categoria de Vila há precisamente 10 anos.

    Acerca disto, são-me sugeridas duas coisas.
    A primeira, é o facto de se tratar do 10º aniversário, uma data que devia ser particularmente festejada, não é o 6º, o 9º, nem o 14º, é um "número redondo" e como tal, penso que merecia uma comemoração. O 10º aniversário, o 25º, o 50º e outros mais, são datas que tradicionalmente, julgo eu, merecem de uma evocação especial, a menos que não lhe demos qualquer tipo de importância.
    Só consigo compreender isto pela falta de interesse de quem representa a freguesia. Não me falem em custos, temos associações que cheguem "cá em casa" e até temos outras que a maior parte dos Fajoenses desconhece e que merecem ser apoiadas e divulgadas (ex. Calisse Brass). Como ainda são apenas 17 horas, resta-me a esperança de ainda poder vir a ser surpreendido, e logo mais à noite, poder assistir a um espectáculo na inauguração do Fórum. Haja esperança.
    A segunda reflexão que me é sugerida é sobre a importância que devemos dar ás atitudes dos políticos. Na época em que se falou na possibilidade de Fajões poder vir a ser promovida de aldeia a Vila, havia um entusiasmo geral que eu nunca consegui compreender, o que tínhamos a ganhar com isso? Saneamento? Água ao domicílio?
    Passados 10 anos, continuo sem conseguir respostas. É só para podermos dizer que somos uma Vila? O que é que isso vale? Fomos promovidos de aldeões a vilões?
    Continuo sem respostas e parece que o entusiasmo que havia já esmoreceu cá na terra, já nem se lembram do 10º aniversário?

    Faço aqui a mesma sugestão que fiz a alguns amigos à onze anos atrás - Vamos fazer um movimento para a manutenção de Fajões como aldeia? É que aldeia, é o que está a dar em termos turísticos, e Portugal pouco mais tem.
    E hoje sinto que os aldeões eram mais alegres!

    Artigo elaborado por: Manuel Rui Pinho

    6º aniversário do nucleo sportinguista



    Numa altura em que o núcleo sportinguista de Fajões, comemora 6 anos de existência, os membros da direcção decidiram organizar um jantar, para todos os sócios estão convidados.

    O jantar, a ser realizado no restaurante "Julieta" no dia 26 de Junho pelas 19 horas, irá contar com a presença de uma pessoa mais conhecida por parte dos adeptos sportinguistas, o Dr. Menezes Rodrigues.

    Recorde-se que este foi um ano positivo para o núcleo, que teve o seu auge com a mudança para uma nova sede, dispondo assim de melhores recursos.

    Todos os interessados em fazer parte desta data importante, podem fazer as suas inscrições directamente na sede do nucleo, ou através dos seguintes números de telefone: 256 384 565 / 914 272 005

    Mais uma vez a maldição do incêndios!

    Aqui fica mais um exclente artigo, da autoria do Sr. Albino Pinho. Desta vez o assunto são os incêndios, que se estão a tornar grandes protagonistas no nosso país, mas pelas piores razões.


    "O tocar sinistro da sirene, implantada numa torre metálica improvisada, feita por nós nas horas vagas sobre a chefia do mestre bricoleiro Fernando Almeida (homem a tout faire, e a quem os bombeiros muito devem, apesar do seu carácter muitas vezes não agradar a todos). A noite estava quente, era verão, corria uma ligeira brisa que trazia alguma cinza à mistura, e sobretudo um cheiro a queimado que entrava nas narinas. O clarão ao longe não enganava, era mais uma vez para os lados do concelho de Arouca.
    Ao toque prolongado da sirene os bombeiros começam a concentrar-se, a camaradagem é tão grande, e fraterna que quase dispensamos ordens, cada um sabe o seu papel, no entanto há sempre dois ou 3 mais velhos que tomam as rédeas do comando, e que todos aceitam, pois ainda estávamos sobre a alçada de Oliveira de Azeméis, e as relações não eram muito boas. o que nos tornava mais unidos, e solidários, para assim fazermos o nosso trabalho sem "incomodar" a sede.
    Chega o saudoso João Abreu com aquele jeito precipitado de tudo resolver, bom bombeiro e bom homem. Finalmente lá partimos no nosso Land Rover, e no Cheivrolet que consumia quase tanta gasolina como a água que transportava, e que quase a passo lá conseguia chegar ao local do sinistro. Muitas vezes era com a própria ambulância que íamos fazer os serviços de incêndio, pois dispúnhamos de poucas viaturas.
    Não pretendendo ser saudosista, pretendo apenas com isto dizer, que muitas vezes mais importante que bons equipamentos, e instalações é a massa humana, e nisso éramos ricos, fiz grandes amigos, e passei momentos que nunca mais esquecerei. Pretendo mesmo um dia passar alguns episódios para um livro do período em que fui bombeiro 1979 1985.

    Quanto à situação actual de incêndios pouco ou nada há a acrescentar infelizmente, já não nos basta a crise com que os políticos com as suas repetidas mentiras mergulharam o país, com os incêndios ficamos ainda mais pobres. Continuo a dizer que a nossa maior pobreza continua a ser a nossa mentalidade de pequenez, de nem sequer gostarmos do que é nosso. Como é possível tanto incêndio ficar impune, sabendo que 99% são provocados. Em última instância para salvar o resto será necessário talvez criar melicias de defesa do ambiente que de uma forma benévola, altruísta e alternada 24/sobre 24 h tem o papel de zelar pela floresta nos locais, e períodos críticos, denunciando, e alertando, pois as vigias parece que não podem tudo detectar.A palavra "melicias" assusta um pouco, mas já que as autoridades continuam a não resolver este flagelo, creio que é de pensar nesta hipótese, talvez com outro nome GUARDIÕES DA FLORESTA, ou AMIGOS DA FLORESTA, fica a sugestão ao dispor dos bloguistas se pronunciarem."


    Para terminar, não posso deixar de agradecer o seu contributo para este projecto.

    domingo, junho 19, 2005

    Encerramento da catequese 2005

    Em mais um final de ano catequético, e à semelhança do que tem sido nos anos anteriores, hoje irá decorrer a festa de encerramento da catequese.

    O local escolhido foi o monte de S. Marcos, e a festa teve início às 11 horas, com e celebração de uma missa pelo padre Telmo, e irá decorrer durante todo o dia, para todos os que quiserem comparecer.

    quarta-feira, junho 15, 2005

    Inquérito - 14

    Termina hoje mais uma votação. Este inquérito foi especial, pois neste inquérito bateu o recorde de participações. Num total foram 32 pessoas a votar.

    A pergunta era a seguinte: "Qual a sua opinião sobre as obras que estão a ser realizadas na freguesia (Melhoramento da zona envolvente à Igreja e Balneário e bancadas no polidesportivo, entre outras)?"

    19 (59%) votantes concordam com as obras, enquanto que apenas 4 (13%) acham as obras desnecessárias. Existe ainda um fracção de votos, 9 (28%) que acham que a junta de freguesia apenas está a fazer estas obras com o objectivo de angariar votos.

    A próxima pergunta não está directamente relacionada com a freguesia de Fajões.
    Como podem ver através do contador oficial das visitas do blog (que se encontra no final da página), durante estes sete meses de existência, perto de 6000 pessoas acederam ao site. Sendo assim, a próxima pergunta está relacionada com o blog.

    A pergunta é a seguinte: "Qual a sua avaliação, em termos de qualidade, deste espaço sobre a freguesia de Fajões?"

    Não se esqueçam que têm abertos os comentários, para desenvolver o assunto.

  • Votação/Resultados
  • terça-feira, junho 14, 2005

    Oitenta novos crismados na paróquia

    No passado domingo, 12 de Junho, D. António José Carrilho, bispo auxiliar da Diocese do Porto, deslocou-se a Fajões para administrar o Crisma a oitenta pessoas da paróquia.Pelas 10,30 horas, no adro da paróquia, o bispo foi recebido pelo pároco, Padre Telmo Magalhães, pela Comissão Fabriqueira, organismos religiosos, Junta e Assembleia de Freguesia, representantes das colectividades locais com seus estandartes e centenas de populares.

    D. António José Carrilho seguiu, em cortejo, para a igreja paroquial, onde lhe deu as boas-vindas José da Silva Santos, em representação dos catequistas da paróquia, José Carlos, Vítor, Elza Paiva e Maria Amorim, que preparam os crismandos.
    Pelas 11 horas, o Bispo, acolitado pelos párocos de Fajões e de Cesar, celebrou missa e administrou o Sacramento do Crisma.Antes do encerramento da cerimónia litúrgica, foram entregues lembranças a um dos representantes máximos da Diocese do Porto e usaram da palavra alguns crismados, que deram testemunho da sua fé.
    Por seu turno, o presidente da Junta de Freguesia, Luís Filipe Oliveira, realçou o privilégio da presença na localidade de D. António Carrilho e associou-se ao júbilo sentido pela paróquia.
    No final, o Bispo foi obsequiado com um almoço em que estiveram presentes os párocos de Fajões e de Cesar, a Comissão Fabriqueira, a Com. Dr.ª Leonilda Aurora Silva Matos e o presidente da Junta de Freguesia e sua esposa, Lídia Reis.


    in:
  • Correio de Azeméis
  • Fogos florestais 2005

    Com as altas temperaturas que se fizeram sentir, e com o terreno seco, os bombeiros voluntários de Fajões, não tiveram a vida facilitada no que ao combate dos incêndios diz respeito.

    Os bombeiros queixam-se principalmente pela falta de acessos às matas, o que condiciona em muito o seu trabalho.

    Ainda no que aos fogos florestais diz respeito, os B.V.F. têm sido confrontados, a partir do Dia do Corpo de Deus, com oito ou nove focos de incêndio, normalmente entre as 17 e as 20H00, em locais distintos, na encosta da Costeira, ardendo cerca de 100 m2 de cada vez. Porém, no dia 2 de Junho, começou a arder mais cedo, por volta das 13H30, consumindo cerca de 3 ha de mato, em zona de forte eucaliptal, tojo e carqueja, tendo sido muito difícil aos bombeiros de Fajões, Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra e S. João da
    Madeira, num total de 38 homens, extingui-lo.O comandante, Manuel Abreu, acredita que poderá ser brincadeira de alguém, não tem dúvidas que se trata de fogo posto.

    sábado, junho 11, 2005

    Festa do crisma

    É já amanhã que se irá realizar o segundo sacramento mais importante para os cristãos: O Crisma!

    Cerca de 80 pessoas, na maioria da nossa paróquia, irão ser crismadas pelo bispo auxiliar da diocese do Porto. Como já é habitual, está a ser preparada uma grande cerimónia para a recepção ao bispo e para o sacramento em si.

    Durante três meses, que 80 pessoas se têm vindo a preparar mais especificamente para este sacramento. Importa referir o papel dos catequistas, que ao longo dos anos sempre acompanharam os jovens ao longo da sua caminhada. A eles, um muito obrigado!

    A cerimónia tem início às 10.30 horas.

    Dia de Portugal? Não, Dia da Vergonha...



    Desculpem lá eu ter publicado isto... sei que não está relacionado com a nossa freguesia, mas não resisti.

    Praia de Carcavelos, 10/06/2005, naquele que devia ter sido o Dia de Portugal, infelizmente somos confrontados com um verdadeiro Dia da Vergonha. Em situação sem precedentes conhecidos em Portugal, centenas de africanos invadiram aquela praia com o maior dos desplantes e desataram a agredir e a roubar tudo o que viam pela frente. Foi um verdadeiro Arrastão digno das praias brasileiras de Copacabana. A nossa polícia tardou a reagir e, quando o fez, apesar do aparato, não realizou as detenções que se impunham. Perante situações graves como esta, eu não defende que todas as pessoas de uma determinada etnia sejam julgadas da mesma forma, até porque as imagens disponíveis comprovam que alguns negros estavam pacificamente na areia e viram-se surpreendidos por um indecoroso irromper de criminalidade selvática. No entanto, há que actuar com autoridade e decisão contra quem não sabe viver em sociedade e pelos vistos pretende transformar Portugal numa enxovia do Terceiro Mundo. Há que dizer basta. Temos de pensar que podiam estar amigos, familiares nossos ou até alguns de nós naquela praia, e que ninguém teve sequer a vida a salvo perante aquela horda incontrolável. O que poderia ter acontecido se alguém lhes fizesse frente? Pelos vistos, mesmo a polícia, de "shotgun" na mão e coletes à prova de balas, teve de medir bem os seus passos. Existem imagens e, mesmo que eles sejam todos parecidos, são perfeitamente identificáveis. O nosso Estado de Direito tem de actuar para que vergonhas deste calibre e situações como o assassínio de polícias termine de uma vez.

    sexta-feira, junho 10, 2005

    10 de Junho


    Dia 10 de Junho... Dia de Portugal... De Camões... Da Raça... E das Comunidades!

    quarta-feira, junho 08, 2005

    Inquérito - 13

    Depois de alguma inactividade, a secção inquérito está de volta.

    A última pergunta a ir a votação foi a seguinte: "Concorda com as obras que se irão fazer na sede da junta de freguesia?"

    Num total de 26 participantes, 15 deles (58%) pensam que o auditório dos B.V.F. chega para as encomendas, enquanto que 8 dos votantes, são totalmente contra à construção de um novo auditório. Uma pequena maioria dos votos (3) é a favor à construção.

    A próxima pergunta está relacionada com as obras que a junta tem vindo a realizar na freguesia.

    A pergunta é a seguinte: "Qual a sua opinião sobre as obras que estão a ser realizadas na freguesia (Melhoramento da zona envolvente à Igreja e Balneário e bancadas no polidesportivo, entre outras)?"

    Podem aprofundar mais este assunto nos comentários.

  • Resultados/Votações
  • segunda-feira, junho 06, 2005

    Fajões entre as vintes melhores do país!

    Na próxima quarta - feira, terá lugar no Visionarium, centro de Ciência do Europarque, em Santa Maria da Feira, o "entre palavras", 1º fórum da leitura e debate de ideias. Dirigido a todas as escolas do 3º ciclo, 7º, 8º, 9º anos de escolaridade. A primeira fase contou com a participação de 157 escolas de todo o país.

    O "ente palavras" é um fórum pedagógico promovido pelo "Jornal de notícias", com o objectivo de incentivar a leitura e o debate de ideias, recorrendo ao jornal e as temas da actualidade para ajudar a formar leitores mais exigentes, aptos a ler o mundo em que vivemos, aprofundar conhecimentos e debater em grupo a melhor forma de chegar a soluções eficazes.

    "Clonagem", "despenalização das drogas", "aborto", "fontes energéticas", e "guerra das audiências", são os temas a serem debatidos pelas escolas na fase final.

    A escola EB 2/3 de Fajões, está entre as 20 melhores do país. A equipa da nossa escola é constituída por quatro alunos(as): Ana Bastos; Ana Soares; Diana Pimenta; Tiago Pina; e pela professora Diana Rocha.

    De minha parte só tenho uma coisa a dizer-lhes: Vão lá... e tragam o ouro!

    sábado, junho 04, 2005

    Maio... mÊs de Maria - parte II

    Irá decorrer hoje, a terceira e ultima procissão de velas, que durante as três ultima semanas percorreu toda a nossa freguesia.

    O itinerário de hoje é o seguinte: Saída da capela do S. Marcos, desce por S. Mamede, e termina na igreja matriz.

    O inicio da procissão está marcado para as 21 horas.

    quinta-feira, junho 02, 2005

    Bancadas e balneários já em construção!

    Já tiveram início as obras no polidesportivo de Fajões. Mais precisamente a construção de uns balneários e de umas bancadas. Mais ainda não posso adiantar sobre o projecto, pois não tenho muitas informações do mesmo.

    Fica desde já prometida, uma "foto-reportagem" sobre este assunto.

    Obras no arraial da igreja de Fajões - Parte II

    As obras ainda não acabaram as obras no arraial da igreja de Fajões, mas grande parte das mesmas já estão concluídas. Aqui fica a segunda ?foto-reportagem? sobre este assunto.

    Podem aceder directamente através do seguinte link:

  • Foto-Reportagens