Toda a informação relacionada com a freguesia de Fajões; AGENDA: 29/01 - S. Roque - Fajões (15.00 horas)// TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO DE TOTAL RESPONSABILIDADE DOS SEUS AUTORES

quarta-feira, julho 27, 2005

Foto-reporte do complexo cívico e arredores...



Finalmente está disponível a foto-reportagem do mais recente espaço inaugurado em Fajões, o complexo cívico.

Já tudo foi falado em relação a esta obra, mas é importante referir que a iluminação do palco é fraca e que para evitar males menores, é urgente colocar uma rede de protecção na margem do rio.

Para acederem directamente à foto-reportagem basta clicarem no seguinte link:

  • Foto-reportagem do complexo cívico e arredores


  • Podem ainda aceder a uma outra foto-reportagem, esta já mais antiga, em que se pode ver o início destas mesmas obras recentemente inauguradas.

  • Foto-Report das obras circundantes à Junta de Freguesia
  • Vila inaugurou "sala de visitas"

    A Junta de Freguesia inaugurou o auditório e área envolvente, correspondente à primeira fase do complexo cívico, um investimento que ascendeu a 120.000,00 euros. Localizado bem no coração da freguesia, a autarquia quer que ele seja a "sala de visitas" por excelência desta vila.

    Em clima de festa e sob os acordes da sua Banda Musical, Fajões inaugurou o auditório ao ar livre e área ajardinada, situados entre a sede da Junta de Freguesia e o Rio Antuã. Para o presidente da Junta, pela sua localização, o novo espaço "vai ser um local de eleição para intercâmbio cultural, artístico e de amizade entre gerações, palco da festa das colectividades de Fajões e sala de visitas da nossa vila".

    Amigos do progresso de Fajões

    O Dr. Luís Filipe Oliveira acrescentou que aquele empreendimento "de valorização e prestígio para Fajões é uma das marcas visíveis do interesse que esta Junta de Freguesia tem dedicado e continua a dedicar ao desenvolvimento sócio-cultural do nosso povo, a par do progresso material".
    Para a concretização da obra, o autarca referiu que conta com a contribuição financeira e o empenhamento prometidos pelo presidente da Câmara, ausente por motivos de saúde, e a quem Luís Filipe Oliveira manifestou "solidariedade institucional e votos sinceros de rápido restabelecimento". Dirigindo-se ao vice-presidente da Câmara, Prof. Albino Martins, e aos vereadores presentes, Prof.s Gracinda Leal e Manuel Alberto Pereira, o presidente da Junta, fez notar que "foram hoje recebidos festivamente, como merecem e é timbre desta Vila", assegurando-lhes que continuarão a sê-lo no futuro, porque "mostraram que fazem parte dos amigos e defensores do progresso e bem-estar de Fajões".

    "Um excelente espaço"

    Presente em Fajões, a deputada Helena Terra considerou o equipamento agora inaugurado "um excelente espaço, que pelas suas características, quer pela sua localização", concordando que "será com certeza a sala de visitas de uma freguesia que tem muito mais para mostrar".
    Face ao projecto que viu, a deputada do PS afirmou que "a autarquia de Fajões tem visão de futuro", acrescentando que a obra "será motivo de orgulho não só para esta freguesia, mas também para o nosso concelho. É uma obra hercúlea que vai ter de contar com o apoio de todas as entidades e de todos os fajoenses".
    A encerrar as intervenções, o vice-presidente da Câmara deu os parabéns à Junta de Freguesia por uma obra "onde o verde e a água nos dão a tranquilidade necessária para descansar e mais qualidade de vida". Paralelamente, Albino Martins fez votos que as outras que estão projectadas possam ir avante o mais rapidamente possível. Para tanto, o edil lembrou que "cabe à Junta tomar a iniciativa, dinamizar e congregar esforços e à Câmara e entidades superiores apoiar. Só assim é possível fazer grandes obras, porque caso contrário demorarão muito tempo".

    Concluir uma obra ambiciosa

    Quanto ao espaço em si, o Prof. Albino Martins deixou claro aos muitos fajoenses presentes que "será o que todos vós quiserdes. Faço votos que queiram e possam concluir uma obra que tem projecto ambicioso, mas que é possível realizar".Para assinalar a inauguração do novo espaço, a Junta de Freguesia delineou um programa de animação desenvolvido pelas colectividades locais. A Banda Musical, sob a regência do maestro Moreira Jorge, que animou a cerimónia inaugural, teve o privilégio de estrear o palco com um concerto musical. À noite actuou a Companhia de Dança Luso-Galaica "Juntos". Na noite de domingo foi a vez do Grupo Folclórico "As Ceifeiras" subir ao palco, enquanto, no final, actuou um conjunto seguido de uma descarga de fogo de artifício.
    Alguns convidados que não puderam estar presentes enviaram mensagens, o governador civil de Aveiro, a vereadora Any Onofre, presidente da Junta de Freguesia de Ossela, Augusto Pais e os comendadores Álvaro Figueiredo e Ângelo Azevedo.

    Uma construção por fases

    O equipamento agora inaugurado, que vinha a ser construído desde há dois anos, custou na totalidade 120.000 euros, sendo 100.000,00 para o palco e ajardinamento da área envolvente e 20.000,00 para a construção dos sanitários. A autarquia fajoense conta com uma comparticipação de 25.000,00 da Câmara Municipal. Paralelamente, a Junta de Freguesia teve a seu lado, conforme salientou o presidente, a empresa Bioparque Viveiros, Lda, do Eng.º Luís Lino, que colaborou no arranjo e embelezamento de toda a área.
    A segunda fase englobará os balneários e bancada coberta do polidesportivo cujo custo está estimado em 75.000,00 euros, com promessa da Câmara de apoio em materiais e financeiro. Finalmente, a terceira fase englobará o edifício-sede das colectividades, com quatro salas com áreas compreendidas entre os 70 e os 106 m2, e um bar de apoio. Para a efectivação deste equipamento, a Junta de Freguesia equaciona apresentar uma candidatura, no montante máximo de 100.000,00 euros, a uma TNS (Trabalhos de Natureza Simples). O novo edifício albergará o Grupo Folclórico "As Ceifeiras", a Companhia de Dança Luso-Galaica "Juntos", a Sociedade Columbófila, A Associação Cultural e Recreativa de Fajões (ACREF) e a Associação Amigos do Ambiente.

    Fonte:

  • Correio de Azeméis
  • terça-feira, julho 26, 2005

    Recordar é viver...

    Está disponível para download, um excelente trabalho feito pelo Sr. Albino, e que tem por base retratos antigos de várias famílias e não só, que outrora habitaram em Fajões.

    Para efectuarem o download basta clicarem no link que se encontra no final da noticia. Depois de aberta a pagina, clicar em "free". Abrisse-a uma nova página, e deve esperar alguns segundos. De seguida é só clicar onde diz "Download:
    diaporamad_outrora.pps.ppt"


  • Donwload da montagem
  • Espaço publico Internet com novo horário


    O Espaço Público Internet sofrerá uma alteração no seu horário de funcionamento durante o mês de Agosto. Aproveitando o facto de grande parte da população se encontrar de férias e os serviços da Junta de Freguesia serem, inevitavelmente, menos procurados, a autarquia decidiu aproveitar a situação para terminar algumas obras em curso na Sede da Junta (Salão Nobre), o que obriga ao corte, temporariamente, das linhas telefónicas e ADSL.

    Assim, passamos a ter o seguinte horário:

    - De 1 a 12 de Agosto - das 09:00 horas às 12:00 horas

    - De 15 a 23 de Agosto: Encerrado

    Para terminar, importa referir que nos próximos dias 8 e 15 de Agosto, 2.ª feira, os serviços de Secretaria e Correios encontrar-se-ão encerrados, por ser o Feriado Municipal (dia 8) e Dia Santo (dia 15).

    segunda-feira, julho 25, 2005

    Rescaldo da inauguração do centro cívico e zona envolvente


    Da inauguração do centro cívico e zona envolvente. Não há muito a assinalar. Trata-se de um espaço bonito, que veio colmatar uma falha que há muito existia no centro de Fajões, que era a não existência de espaços verdes, onde as famílias e os amigos pudessem conviver.

    Destaco pela positiva, as actuações das colectividades da nossa terra, nomeadamente a banda musical, o grupo de dança "os juntos" e o rancho folclórico, que contaram sempre com bastante publico a observa-los.
    Pela negativa, destaco a iluminação do "palco". Quem estivesse um pouco mais afastado, tornava-se difícil a visualização a 100% do que passava no palco.

    Para o final esteve reservado um espectáculo de fogo de artifício, e a actuação de um duo musical que fez as delicias daqueles que gostam do bailarico.


    Fica também prometida para breve uma foto-reportagem deste mesmo espaço.

    Inquérito - 16

    Terminou hoje a mais um inquérito. A pergunta que esteve em votação durante cerca de duas semanas, era a seguinte: : "Concorda com a recandidatura do actual presidente da junta ás próximas eleições autárquicas?"

    Desde já alerto para o exagerado número de votos, pois ocorreu um problema no programa que gere os votos que já está resolvido, mas vamos lá aos números. Num total de 94 participações, a maioria (58) pensa que o actual presidente da junta se deveria candidatar novamente ao cargo, enquanto que 25 acha que deveria dar a oportunidade a outros para ocupar esse lugar. Por outro lado, 11 participantes acha mesmo que o actual presidente da junta, jamais se deve candidatar ao cargo que ocupa neste momento.

    E como o prometido é devido, a próxima pergunta está relacionada com a mais recente polémica que está instlada em Fajões, e que está relacionada com o fecho ou não da escola do Areal, para posterior abertura de um ATL e de uma biblioteca. Como é do conhecimento público, esta "guerra" está a ser gerada entre duas pessoas: O presidente da junta e o Sr. José Santos. Pessoas que até já escreveram cartas abertas, nomeadamente no jornal Correio de Azeméis.

    Então a pergunta é a seguinte: "Concorda com o fecho da escola nrº 1 de Fajões (escola do Areal)?"

    Podem aceder directamente à votação e aos resultados através do seguinte endereço:

  • Votação/Resultados
  • domingo, julho 24, 2005

    A guerra continua....

    Ao Exmo. Senhor Director do Correio de Azeméis
    Com pedido de publicação ao abrigo da Lei do Direito de resposta

    Exmo. Senhor,

    Publicou o Correio de Azeméis, em carta ao director, um artigo da autoria do Sr. Presidente da Junta da Freguesia de Fajões, Sr. Dr. Luís Filipe de Oliveira, que pretendendo sacudir a "água do capote", relativamente à criação de um ATL na Escola do Areal, escondendo todas as "démarches" (tomadas por ele e por outros elementos da Junta), muito antes das suas declarações no fórum Azeméis Fm, fazendo uma investida demagógica e ofensiva da dignidade do Correio de Azeméis, do jornalista em questão e da minha pessoa, que tentou atingir.

    Esqueceu-se o autor do artigo, que o Centro Social não podia ficar parado à espera de uma reunião das colectividades, que nem sequer estava marcada, para aí apenas ir constatar um facto que, provavelmente, já estaria consumado pelo trabalho, esse sim ignóbil e covarde, que intentava contra a instituição a que tenho a honra de presidir e que está muito acima dos seus e dos meus interesses pessoais, e que iria culminar, repito, com a perda de seis ou sete postos de trabalho. "Démarches" essas, que ele mesmo acabou por confirmar, na dita entrevista, que estão gravadas, e que o jornalista não registou, tais como:

    1) Pressionar a DREN, o CAE, a Câmara Municipal, citando mesmo o nome e o pelouro dos vereadores "pressionados".
    2) Quis esconder e negou a várias pessoas que a meu pedido o interrogaram sobre o assunto, e esqueceu-se que do outro lado estava um Homem, que apesar de exercer um trabalho absolutamente gratuito, vai até às últimas consequências pela causa em que firmemente acredita.

    Por respeito à verdade, e aos estimados leitores do Correio de Azeméis, importa repor a verdade serenamente e sem discursos inflamados, que não têm beneficiado em nada, o clima por estas bandas, facto que é do conhecimento geral. Percorri todo o caminho, por ele percorrido, e descobertas as suas verdadeiras intenções restava-me fazê-lo falar publicamente. Confesso que recebi o convite da Azeméis FM que muito respeito, para esse encontro na sede da Junta de Freguesia e não para onde posteriormente foi realizado numa casa particular.

    Não existindo nada que estatutariamente me obrigasse a ir a esse encontro de promoção política resolvi não entrar nessa cilada como, aliás, outras o fizeram, nomeadamente bombeiros, rancho folclórico e representação da paróquia, dando, no entanto, o meu contributo pessoal para o esclarecimento daquela questão, entre outras. Assim, em jeito de ajuda ao entrevistador, sugeri em fax a pergunta em questão, a qual foi respondida em directo para quem longe ou perto quis ouvir, em tom de orgulho, como de grande obra se tratasse. Esta resposta mereceu de um dos presentes contestação imediata, veio relatada nos jornais e o senhor presidente da Junta não contestou, querendo agora esconder ou deturpar aquilo que disse (ou disse e não soube o que disse?...). Vamos então aos factos:

    Em jeito de balanço do ano, e antes de partida para férias, foi feita uma análise às "actividades realizadas", informou-se que: "nem todos partiam para férias" algumas valências continuariam a trabalhar e manifestamos as nossas preocupações relativamente ao funcionamento dos ATL?s para o próximo ano. Convencidos de que o trabalho óptimo feito no âmbito da rede social, em que a nossa instituição participou e a Junta de Freguesia se alheou, daria os seus resultados, não permitindo a sobreposição de infra-estruturas. Nessa declaração, enumeramos todos os problemas que nos preocupam e não apenas aquele, mas também as declarações do Sr. presidente da Junta à Azeméis FM. Com todo este trabalho preparado, telefonei ao Sr. jornalista para pedir que me publicasse esse trabalho.

    A reunião com o movimento associativo:

    No dia 20 de Junho recebi uma circular, do Exmo. senhor presidente da Assembleia Municipal, Sr. Dr. Hermínio Loureiro, pedindo presença numa reunião para o dia 24/06 na sede dos Bombeiros Voluntários de Fajões, à qual compareci, acompanhado do tesoureiro da instituição. Aí ouvi as questões levantadas por quase todas as colectividades presentes, demonstrando grandes dificuldades e alguns autênticos gritos lancinantes de algum desespero; ouvi, também, as respostas do Sr. vice-presidente da Câmara, que aliás deu uma demonstração cabal de que domina todos os dossiers, em penúltimo lugar, intervim eu, que levando para a reunião organizado tudo o que queria dizer, fui bastante sucinto e claro: primeiro fiz algum esclarecimento sobre o citado ATL, rematando que estava já esclarecido sobre a intenção do Sr. presidente da Junta pelo que tinha ouvido através da rádio Azeméis FM, apelando para a não duplicação de infra-estruturas; disse, também, que havia sido marcada, para a próxima quarta-feira, dia 29/06, para aprovação do projecto de três salas na sede da Segurança Social em Aveiro e lembrei que o projecto havia sido elaborado pelo Gabinete Técnico de Acção Social da Câmara Municipal; segundo, falei sobre a nova legislação do transporte de crianças; terceiro, falei sobre a distribuição de computadores para os ATL?s. No final da minha intervenção entreguei, por escrito, ao Sr. Presidente da Assembleia Municipal, o trabalho realizado e acima citado e esclareci que tinha entregue ao Sr. jornalista do outro periódico e, no final, entreguei o mesmo trabalho ao jornalista do Correio de Azeméis.Nada fiz às escuras e, aliás, verifiquei que o Sr. presidente da Junta Dr. Luís Filipe olhou: "olhou mas parece que não viu".

    O nervosismo do Autarca:

    Afirma o autarca em questão que as afirmações serão caluniosas... pois eu reafirmo tudo o que disse, porque nunca tive o defeito de mentir e dizer a verdade não é caluniar, aliás o Sr. vice-presidente da Câmara, em jeito de conselho, disse ao Sr. presidente da Junta "não podemos duplicar as infra-estruturas, porque há uma IPSS no terreno" "são necessárias parcerias".

    O esclarecimento que o autarca queria dar:

    Queria dar mas não deu, aliás entrou mudo e saiu calado, mesmo quando outros deram alguns conselhos para que alguns dos problemas apresentados fossem resolvidos, o autarca permaneceu calado. Registo aqui neste ponto, a intervenção do Sr. Augusto Pais, que era o anfitrião e o de outros deputados presentes, numa manifestação de civismo, pelo respeito revelado uns pelos outros (um exemplo a seguir por cá).

    A Ajuda que poderia dar o autarca:

    Poderia dar, mas não deu. O esclarecimento às colectividades de como e quando deveriam preencher as candidaturas aos subsídios, as acções a realizar que lhe dariam esse direito como, por exemplo, investir na cultura, no ensino, em obras, em aquisição de viaturas, etc, etc, etc... Poderia, mas não deu.

    O que deveria fazer de imediato: 1. Entregar às colectividades em dificuldade o subsídio anual prometido. Ou estará à espera das eleições? Parece que era para já que precisavam da ajuda;

    As mentiras, as cortesias e as parcerias:

    Parece que o Dr. Luís Filipe, nervoso por não cumprir o que prometeu ao povo, vê inimigos em todos os lados, quando alguns dos seus lhe sussurram ao ouvido que alguém tem opinião diferente da sua, permeia essa pessoa com um chorrilho de insultos impróprios para a sua formação académica e dispara em todas as direcções.

    Agora lembrou-se de me arranjar partidos:

    Como deve saber, se eu quisesse poderia encabeçar duas listas para as quais fui convidado, certamente não por aquilo que digo, mas pelas provas do que tenho feito ao longo da vida. Certamente, arranjaria lugar de destaque em qualquer outra, porém não precisarei que esse senhor me empurre para nenhuma delas, pois sou adulto e saberei escolher na devida altura, vivo por cá há trinta e oito anos, ao contrário do senhor que vive fora de Fajões.

    O fel e as obras realizadas:

    Quanto a este ponto, como fajoense, ficaria contente se tivessem sido de facto muitas, mas fico alarmado é por ser mais fácil lembrar as que fez por serem poucas, do que a imensidão daquilo que prometeu e não fez: bem sei que vai dizer que herdou as dificuldades actuais, mas o que se vê em todo o conselho é um sem número de obras como nunca, e por cá é o que se vê, ou por outra, o que se não vê. Não haverá por aí muita arrogância que não leva a lado nenhum?

    A cortesia:

    Quanto a este ponto, parece que esta reside do lado de cá; mesmo sabendo que para cada acto que é convidado, o utiliza para a sua promoção pessoal, o presidente do Centro Social continuou sempre a fazê-lo, mesmo sabendo que daí não resultariam benefícios práticos. Está, neste caso, o último passeio a Fátima, para o qual apenas precisou de tempo e de levar o aparelho de triturar alimentos.

    Parceria para a encanação:

    Os esgotos que não temos são da responsabilidade total da autarquia, de facto por minha própria iniciativa, fez-se a encanação de um regato de água para o qual escorriam algumas águas de lavandarias e, pelo facto, de existir no portão sul deste Centro uma grelha de ferro, posta pela Junta de Freguesia, que "com as ervas que nascem, que crescem e que secam" conforme afirmou a antena da rádio, entupiam o rego, estagnando a água que, por sua vez, transbordava para o largo do Dias. Assim, por nossa iniciativa, se solucionou este problema. Quanto ao arranjo do passeio, era só o que faltava, também o Centro Social ter de os arranjar. Pertence à Junta de Freguesia ter de os arranjar.

    Concluindo, numa investida torpe, o senhor presidente da Junta quis ofender, voluntariamente, uma pessoa que tem dado ao longo da sua vida tudo o que pode e sabe ao serviço dos outros, sempre de forma voluntária e gratuita, tentando o senhor denegrir a sua imagem. Lamento sinceramente, que utilize tal linguagem, sabendo embora, que dali não se esperaria grande coisa. Que se evidencie, enumerando dez vezes a mesma obra é lá com ele; Que por qualquer alucinação, invente lutas quixotescas contra moinhos de vento, o problema é seu; Que o faça envolvendo pessoas sérias, que nunca lhe deram a ousadia para tal, não é apenas feio, mas também muito grave. Querendo repor a verdade, direi que o Correio de Azeméis, publicou apenas uma pequena parte do que escrevi, daí o parecer fora de contexto; Porém do que falou, afirmo ser verdade de uma vez por todas e não responderei mais a acusações difamatórias "não serei eu certamente no meio das suas lutas quixotescas, que darei a ração ao Rocinante, por isso ficará a pé. Há uma obra que gostaria que tivesse feito e não fez, uma vez que falou e não soube o que disse, olhou e não viu nada, ouve bem e entende mal, fica aqui escrito o que gostaria que fizesse e não o fez: "PACIFICAR O POVO DE FAJÕES" e isso não se faz com ataques como esse ou com discursos inflamados. Para esta obra não será necessário dinheiro nem subsídios, mas será certamente um bom investimento para o futuro. Sei que se deve sentir cansado por tanta obra que diz ter feito, meta umas férias sine-dia. Se não tem jeito para o cargo leia o ditongo " quem te manda sapateiro tocar rabecão?" Por último, registamos a sua declaração de não apoiar o encerramento da escola, espero que seja a sua opinião definitiva.

    Fajões, 10 de Julho de 2005
    José da Silva Santos

    sábado, julho 23, 2005

    Bombeiros reclamam ajudas

    "Os bombeiros não pedem que lhes sejam feitas manifestações ou homenagens; querem apenas que as corporações que servem sejam ajudadas para melhor poderem estar ao lado do seu semelhante", reclamou o comandante dos Bombeiros de Fajões, durante as cerimónias comemorativas dos 23.º aniversário da Associação.

    Manuel Abreu lamentou que "sob o signo da politiquice e do calor fanático, o esforço de tantos que estão a ser vítimas dessas lutas de inimigos comuns passe para plano secundário". O comandante lembrou que os bombeiros, "esses homens anónimos não buscam glórias, antes, empenham-se numa cruzada, visando a defesa do património nacional, pelo que deveriam ser colocados no pódio do elogio, tanto tem sido o seu esforço, abnegação e espírito de sacrifício".

    Reconhecer os bombeiros

    Sem se deter, Manuel Abreu relevou a contribuição dada pelos bombeiros, "lutando contra o inimigo, contra as suas próprias capacidades físicas e, sobretudo, contra a escassez de material, sem recursos técnicos que possam corresponder a uma dedicação que ultrapassa todos os limites para se situar quase na fronteira da heroicidade". Assim, defendeu que é a altura ideal para que a nível distrital e nacional, "as populações e o Estado possam testemunhar aos valorosos soldados da paz o seu reconhecimento por tudo". E dirigindo-se aos seus homens, Manuel Abreu, manifestou-lhes o apreço "por tanto trabalho e a coragem que tendes tido a favor do povo", sem esquecer as esposas "pelo carinho e força que lhes têm dado para nunca abandonarem esta causa".

    Bombeiros merecem respeito e admiração

    Também o presidente da direcção fez uma referência muito especial "aos valorosos soldados da paz". Lembrando a recente vaga de incêndios, quer na zona de intervenção dos Voluntários de Fajões quer em vizinhas, "muitos deles provocados por mão cobarde e criminosa", Martinho Almeida testemunhou que vira chegar ao quartel "muitos bombeiros completamente exaustos pelo cansaço e sem dormir há alguns dias, apercebendo-me em pouco tempo da realidade de quão é difícil ser bombeiro. Se toda a gente tivesse o ensejo de ver com os seus próprios olhos a chegada destes destemidos homens, no final de uma intervenção, posso garantir que haveria menos incêndios, menos críticas, menos confusões e muito mais respeito e admiração por eles".

    Retrospectiva histórica da Associação

    Na sua intervenção, o presidente da direcção fez uma retrospectiva histórica da vida da jovem Associação, desde o ano de 1978 quando foi criada a secção do corpo de Bombeiros de Oliveira de Azeméis, "de modo a poder intervir com a maior celeridade possível em situações de sinistralidade". Martinho Almeida relembrou a criação da Associação Humanitária em 13 de Julho de 1982, a construção do novo quartel, graças "à tenacidade e arrojo dos intervenientes, e a sua inauguração em 8 de Junho de 1997, deixando Fajões e os Bombeiros de Portugal mais enriquecidos com este património". Por isso, o presidente da direcção agradeceu a "esses homens pelo insano esforço que tiveram ao longo de todo este percurso, pelo seu sentido altruísta e pela dedicação demonstrada em prol da solidariedade e do bem-estar da sociedade". Durante a missa celebrada no quartel, o padre Telmo Magalhães lembrou "os directores, benfeitores e todos os bombeiros que fizeram a história da Associação e serviram com generosidade o próximo e que hoje estão em comunhão connosco. Concretamente aos que envergam a farda do voluntariado, aquele sacerdote considerou-os ?os bons samaritanos que socorrem todos os que são vítimas de qualquer crueldade da vida humana. Não é um trabalho em vão, mas uma nobre missão", acrescentou. Os 23 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões foram celebrados de forma muito singela, mas significativa. Para além da celebração de uma missa, do hastear das bandeiras na parada do quartel, foram feitas romagens de saudade aos cemitérios de Cesar e de Fajões, onde repousam beneméritos, directores e elementos do corpo activo já falecidos.

    Assiduidade premiada

    Nas comemorações do 23.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários diversos membros dos órgãos sociais e do corpo activo foram distinguidos. Na para da do quartel foram entregues medalhas de ouro, prata e cobre a membros dos órgãos sociais e corpo activo. Dos órgãos sociais foram distinguidos com as medalhas de ouro 25 anos Alírio da Silva Oliveira, Fernando de Almeida e Joaquim de Almeida Pinho, respectivamente, vice-presidente, tesoureiro e vogal da direcção, bem como o Dr. Manuel Rui Pais Correia de Pinho, vice-presidente do conselho fiscal. A medalha de ouro foi entregue à Dr.ª Leonilda Aurora da Silva Matos (vice-presidente da mesa da assembleia geral), Martinho da Silva Almeida (presidente da direcção) e Basílio Gestosa da Rocha (secretário do conselho fiscal). Com a medalha de prata foram agraciados o presidente do conselho fiscal, Ernesto Gonçalves e Nelson Gomes de Oliveira, vogal da direcção anterior.No que concerne ao corpo activo, foram distinguidos com a medalha de ouro 25 anos o comandante Manuel Abreu, o 2.º comandante Manuel Santos Silva, o subchefe Fernando Fernandes Bastos e o bombeiro de 1.ª classe Albino Moreira Santos. O chefe Joaquim Valente da Silva recebeu a medalha de ouro 20 anos. Foram ainda distinguidos nove bombeiros com a medalha de ouro 15 anos, 11 com a medalha de prata e 17 com a medalha de cobre.

    INAUGURAÇÃO DO AUDITÓRIO E ZONA ENVOLVENTE



    Fajões tem mais um motivo de orgulho: um novo espaço, que aos poucos foi tomando forma, e cujo resultado é um belíssimo espaço verde, na margem do Rio Antuã, valorizado com um auditório, ao ar livre, que será a delícia das noites de Verão.

    A inauguração está agendada para o próximo Sábado, 23 de Julho, pelas 17 horas, com uma recepção às entidades convidadas.

    Pelas 17,30 horas, a Banda Musical de S. Martinho dará um concerto para comemorar o momento feliz que Fajões viverá e à noite, pelas 21,00 horas, será a vez de a Companhia de Dança Luso-Galaica "Juntos" actuar no novo espaço.No entanto, a festa não ficará por aqui: o Verão já provou que é forte e está para durar. As noites estão agradáveis e a vontade de aproveitar a estação aumenta quando existe um motivo para sorrir e dançar. Por isso mesmo, a Junta de Freguesia de Fajões proporcionará a toda a população uma noite de festa no Domingo, 24 de Julho. Pelas 21,00 horas, o Grupo Folclórico "As Ceifeiras de S. Martinho de Fajões" cerca de 2 horas até ao momento alto da noite, que é, por enquanto, surpresa.

    Como vê, este fim-de-semana, não tem desculpa para não ir até ao coração de Fajões e aproveitar o novo espaço que nasceu!

    sexta-feira, julho 15, 2005

    Algum tempo de pausa

    Por motivos pessoais o blog não sofrerá qualquer actualização ao longo da próxima semana.

    Para a semana, será publicado tudo o que de mais importante se passou na nossa freguesia.

    Obrigado.

    Festa Grande de Fajões

    Como é do conhecimento de todos, este ano não se irá realizar a festa grande de Fajões. Caso a festa se realizasse, a mesma era realizada este fim-de-semana, mas devido a diversos problemas tal não acontece.

    Para assinalar esta data, publico um artigo elaborado pelo Manuel Rui Pinho, ao qual agradeço a disponibilidade para participar neste projecto.

    "Durante um período mais longo do que aquele que a minha memória me permite alcançar, respeitando o calendário e hábitos mantidos ao longo de décadas, no próximo domingo, dia 17, deveria realizar-se a Festa Grande de Fajões. No domingo passado, as zeladoras da nossa igreja teriam ido à festa de Cesar, ver a procissão e como iam enfeitados os andores, para que dentro do magro orçamento do costume, se conseguisse fazer igual ou até melhor.

    Só que, Fajões, para além da Igreja Matriz, tem mais cinco capelas. Duas públicas, S. Marcos e a Srª da Ribeira e ainda três particulares, Srª da Lapa, no Côto, Srª da Saúde, na Lavandeira e a Srª das Dores, em Passos. Sempre se fizeram as festas, ditas grandes, e mais duas festas correspondentes às capelas públicas, embora com algumas dificuldades. Nos anos mais recentes e, parece-me que com intuitos mais comerciais que religiosos, alguém entendeu que deveria passar a ser feita a festa da Srª da Saúde da Lavandeira, uma capela particular, noto mais uma vez.

    Sendo Fajões uma terra de recursos limitados, rica em Associações Culturais e Recreativas, que também precisam de ser apoiadas, com o aparecimento da festa da Srª da Saúde, os responsáveis pelas festa maior, para as manterem com um nível de dignidade em relação ás das freguesias vizinhas, começaram a sentir sérias dificuldades financeiras, acabando por não se conseguir arranjar pessoas para assumir a sua realização. E assim acabou a Festa Grande.

    E as coisas assim se mantiveram durante uns anos. Por algum interesse (comercial) duma pessoa, foi ressuscitada, tendo-se mantido por mais 3 ou 4 anos. Mas voltou a cair e assim se mantém.

    Não acredito que se volte a fazer essa festa, com um carácter de continuidade, não devendo as "culpas" ser imputadas à festa da Srª da Saúde. Estamos a falar de coisas com uma dimensão completamente diferente. Uma festa grande com a dignidade que lhe seria devida, necessitaria de um orçamento de 30 a 40.000 euros. É demasiado dinheiro para ser gasto em três dias e pouco aproveitando à terra. Lembro-me de na minha juventude aguardar esses dias com uma enorme ansiedade, mas era diferente, não haviam outras diversões, nem discotecas, nem centros comerciais, etc. Hoje, as prioridades alteraram-se e as pessoas são obrigadas a fazer opções mais racionais, sobretudo em assuntos que impliquem custos elevados.

    Para além da questão financeira, existe ainda uma outra razão subjacente ao abandono da festa, uma razão religiosa. Da parte do responsável religioso, também não existiu incentivo à sua realização. Entre outras razões que eventualmente possam existir, existe uma que tem a ver com o calendário religioso. Já alguma vez alguém se perguntou porque festejavamos a Nossa Srª do Carmo e Nª Srª da Conceição em Julho, quando são solenidades que por aquilo que se me é dado a conhecer, deveriam ocorrer lá para o 4º trimestre do ano?

    Mas o problema básico, é o financeiro. Pela análise dos cartazes das festas, que nesta altura são afixados em grande número, tenho tido o cuidado de verificar que poucos dão importância ao calendário religioso, portanto, pode-se concluir que se abundasse o dinheiro, até se festejaria o nascimento do menino Jesus em Agosto."

    quinta-feira, julho 14, 2005

    Dois artigos em "A voz de Azeméis"

    Para não tornar o blog muito repetitivo em relação ao conteúdo, aqui ficam dois link`s para dois artigos publicados no jornal "A voz de azeméis" desta semana.

    O primeiro artigo está relacionado com a semana atarefada que os Bombeiros voluntários de Fajões tiveram, nomeadamente com incêndios em Macieira de Sarnes, Nogueira do Cravo, Carregosa, Escariz, etc.

  • Bombeiros de Fajões sem descanso


  • O segundo artigo está relacionado (novamente) com a feira à moda antiga que se realizou no passado domingo em Fajões.

  • Fajões "à moda antiga"
  • quarta-feira, julho 13, 2005

    Parabéns Associação Humanitária dos B.V.Fajões

    No próximo domingo, 17 de Julho, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões, comemora o seu 23º aniversário.


    Depois desta data, ficam a faltar apenas 2 anos para as bodas de bronze, ou seja, os 25 anos.
    Estes 23 anos de existência,não incluem os primeiros anos, em que os B.V.F. integravam os Bombeiros Voluntários de Azeméis.

    O programa das celebrações prevê o hastear das bandeiras pelas 9h00 na parada do quartel, enquanto para meia hora mais tarde está prevista a romagem aos cemitérios de Cesar e de Fajões. Pelas 10h00 serão entregues medalhas a membros do corpo activo e directores, e pelas 11h00 será celebrada uma missa no quartel. A encerrar as comemorações do 23.º aniversário, no quartel, terá lugar um almoço de confraternização.

    De minha parte, resta dar os parabéns aos "Ratos do Mato" por todo o trabalho que têm prestado à comunidade.

    A todos aqueles que fazem parte do grupo actual, a todos os que já pertenceram aos B.V.f. e não podia esquecer aqueles que já partiram, como é o caso do Araújo, do Manuel Antonio e mais alguns
    ? A todos um muito obrigado!

    terça-feira, julho 12, 2005

    Freguesia reviveu um dia à moda antiga


    Organizada pelo Grupo Folclórico "As Ceifeiras" e pela Associação Cultural e Recreativa de Fajões (ACREF) decorreu, no recinto exterior à sede da Junta de Freguesia, a IV Feira Rural à Moda Antiga.

    A organização pretendeu relembrar os tempos antigos, as compras e vendas nas feiras animadas por danças e cantares, bem como pelos jogos tradicionais, as tasquinhas, exposições e artesanato. Para além da amostra, a IV Feira Rural serviu para aquelas duas associações, principalmente para a dos jovens da paróquia, que também aderiu à iniciativa, angariarem alguns fundos, tendo em vista as realizações que têm programadas. Para tanto, no recinto havia em funcionamento duas tômbolas.
    O intenso calor que se fez sentir afastou, principalmente durante a tarde, os populares que preferiram deslocar-se para a beira-mar. Mais para o final do dia o povo foi-se juntando.
    Os presidentes do Rancho ?As Ceifeiras? e da ACREF, respectivamente, Alexandrina Oliveira e Manuel António Conceição consideraram que valeu a pena e que a iniciativa é para continuar.

    Fonte:

  • Correio de Azeméis


  • Como já foi publicado,podem ainda ver as fotos da feira através do seguinte link:

  • Foto-reporte da feira à moda antiga

  • segunda-feira, julho 11, 2005

    Foto-reportagem da feira à moda antiga já disponível


    Não há muito a dizer sobre a feira à moda antiga, organizada pelas "ceifeiras" em conjunto com a ACREF. os organizadores estão contentes com a adesão da população, e pensam em voltar a repetir a iniciativa mais algumas vezes.

    Podem ver algumas fotos do evento no nosso Foto-Report.

  • Foto-reporte da feira à moda antiga
  • sexta-feira, julho 08, 2005

    Fajões visto por satélite!

    Divirtam-se a ver Fajões ( e não só) visto dos céus!

    Nota: estão disponíveis imagens de todo o mundo, para isso basta fazer uma pesquisa com a palavra do local que querem ver!


    Link para a zona de Fajões:

  • Vista de Satélite de Fajões



  • Para uma melhor localização, a zona que está na imagem, é a zona dos bombeiros voluntários de Fajões.

    A maldição dos incêndios






    Fajões - 05/07/2005 - Era este o cenario na freguesia, fruto dos vários incêndios que estavam activos na zona

    Porque é que os homens morrem mais cedo que as mulheres - parte II

    Festa no arraial de S. Marcos

    O arraial do Monte de S. Marcos, já se afirmou como um lugar de lazer por excelência. Com a vinda dos meses mais quentes aumenta a afluência de pessoas das redondezas e também as distracções. Assim, para este mês, vamos ter:

    Dia 10 - Baile com música ao vivo (durante toda a tarde)

    quinta-feira, julho 07, 2005

    ACREF em associação com as "Ceifeiras" organizam Feira À moda antiga!



    Promovida pelo Racho Folclórico "As Ceifeiras de S. Martinho de Fajões" juntamente com a ACREF, irá decorrer nos terrenos anexos à sede da Junta de freguesia, onde para além de poderem recuar no tempo, deliciarem-se com usos e costumes já esquecidos e apreciar a animação que ficará a cargo do Rancho, ainda poderão degustar um caldo verde, umas papas de sarrabulho, rojões, pataniscas, chouriça caseira e outras coisas bem ao nosso agrado.

    Aqui fica o aviso, para que não percam a oportunidade de passarem uma tarde agradável.

    Nota: Para este dia estava reservada uma prova de atletismo que integrava o campeonato concelhio da modadilade, mas por razões alheias à ACREF este não se irá realizar.

    Porque os homens morrem mais cedo que as mulheres - parte I

    quarta-feira, julho 06, 2005

    OS NOMES NÃO SÃO INOFENSIVOS

    Se calhar pensam que os nomes não trazem mal nenhum a quem os usa, mas aqui vai o aviso, isso não é verdade.
    Já sabíamos da história do Stº. António, que apesar de lhe terem dado pelo nascimento o nome de Fernão de Bulhões, como diz o povo "mudou de Fernão para António para fugir ao demónio". Portanto, isto dos nomes não é novo, se alguém na sua boa fé nos deu um desses nomes pelo baptismo, então cuidemo-nos, temos que estar atentos e tomar medidas se necessárias.

    Foi o que aconteceu a um habitante desta terra!

    Vamos aos factos...

    Um senhor e sua família, não naturais de Fajões, compram uma casa numa recente urbanização, adjacente ao largo do Tapado. Tudo corria normalmente, até que um dia e porque os habitantes de Fajões fazem parte dos 40% da população mundial que não têm esgotos, desloca-se à sede da Junta de freguesia e pede para que a cisterna se desloque a sua casa para despejar a fossa. Pela requisição desse serviço, paga, de imediato, a respectiva taxa.

    Passa um mês, passam dois, e nada. O homem desloca-se várias vezes à Junta e ouvia da empregada que o empregado estava doente, o tractor tinha avariado, etc. A esposa perdeu a paciência, e dirigiu-se à sede de concelho e pediu aos serviços da Câmara para lhe efectuarem esse serviço.

    E os nomes?

    Então vamos lá!

    O senhor chamava-se Jorge Paiva, mas era natural de S. Roque. Em Fajões, nomes como esse, ou Filipe Oliveira e eventualmente outros, trazem uma tal carga atrás de si, que não são recomendáveis, porque podem vir a tornar a vida de quem os usa mais desconfortável.Pelo nome que tinha e pelas complicações que isso lhe trouxe nos últimos meses, já pensa em mudar-se e tem a casa à venda.

    Autor: Manuel Rui Pinho

    terça-feira, julho 05, 2005

    Carta ao Director

    Publicou o Correio de Azeméis, no n.º 4111, a página 6, de 28 de Junho, sob a epígrafe «Associações reclamam subsídios», uma declaração do Sr. José Santos em que, fora de tempo e do lugar próprio, pretendeu responsabilizar a Junta de Freguesia de Fajões por um previsível e/ou suposto encerramento da escola do Areal, como se fosse da competência desta Autarquia a administração e gestão das escolas, que são exclusivamente do Ministério da Educação, da DREN, CAE, Câmara Municipal e Agrupamento Escolar.A citada declaração acusatória à Junta de Fajões, feita extra reunião das Colectividades desta Freguesia pelo Sr. José Santos é um acto de cobardia, pois em vez deste senhor pôr a questão e esclarecer-se na reunião das Colectividades com o presidente da Assembleia Municipal e vice-presidente da Câmara Municipal, e onde também esteve o presidente da Junta de Freguesia de Fajões, o Sr. José Santos falou apenas de alguns assuntos, mas não teve a frontalidade, nem a hombridade de pôr a questão das escolas que cobardemente reservou para, fora da reunião, atacar por as costas (e por meio do Correio de Azeméis) quem esteve na reunião e o esclareceria convenientemente, se aí levantasse a referida questão.

    Simultaneamente, o Sr. José Santos cometeu um grave abuso de confiança do Jornalista, que por ter chegado já depois da sua breve intervenção, foi iludido pelo Sr. Santos ao entregar-lhe para publicação um texto como se fosse cópia da sua intervenção, na dita reunião, e, além disso, foi uma despudorada cilada ao Correio de Azeméis que, na sua boa-fé, ao veicular o escrito calunioso - e falsamente apresentado ao Jornalista como intervenção oral na reunião - se tornou cúmplice na ofensa a esta Junta de Freguesia.

    Por respeito aos leitores do Jornal, esclarecemos o caso: foi no Fórum da Azeméis FM - 19 Freguesias um só coração - que o Jornalista João Araújo lançou a questão de vir a fechar a escola do Areal. Como o Sr. José Santos ficou algures a ouvir este Fórum, desgostoso e de coração danado pelo desfiar de obras e iniciativas desta Junta, e contrariado pela simpática presença dos dirigentes das Colectividades Locais, que não seguiram o seu mau exemplo de como presidente do Centro Social ter faltado ao convite, o Sr. José Santos deturpou malevolamente a resposta dada pelo presidente da Junta de Freguesia de Fajões, que não aplaudiu nem aplaude o encerramento ou desactivação da escola do Areal ou de qualquer outra de Fajões.

    O presidente da Junta, Luís Filipe Oliveira, limitou-se a transmitir que o vereador da Cultura da Câmara Municipal lhe referiu que, dada a diminuição de alunos em idade escolar, uma das escolas poderia vir a fechar, por as outras escolas serem suficientes para receberem todas as crianças. E que a ser desactivada alguma provavelmente seria a escola do Areal. De resto, em todo o País, por falta de alunos para todas as escolas e por economia de recursos, o Ministério da Educação está a fechar algumas escolas, como, muitas vezes, noticia a Televisão e os próprios Jornais e Rádios. O Sr. José Santos, há algum tempo, ao sabor de certos interesses, anda a fomentar hostilidades e a verter fel sobre a actual Junta de Freguesia, por despeito e na ânsia de arranjar um lugar de destaque em alguma lista Autárquica?Isto está a ser muito notório!

    Repare-se que a reportagem do Fórum, publicada no Correio de Azeméis, na mesma data, a página 20, contradiz a acusação do Sr. José Santos publicada a página 6; nessa reportagem se afirma "segundo o vereador responsável pela educação Fajões não justifica três escolas primárias em funcionamento" admitindo-se que a escola do Areal poderá ser desactivada e aproveitada para outros fins, biblioteca e ATL.

    O presidente da Junta de Freguesia tem a gravação do Fórum, cuja audição faculta a quem quiser tirar dúvidas sobre o que a Autarquia disse sobre a escola e a cultura em geral.

    Lamentamos que o Sr. José Santos tenha trazido deturpadamente para a Imprensa tanta mentira, quando, se usasse da mesma cortesia com que a Junta o tem tratado, podia muito bem ter sido esclarecido sobre essas questões na reunião das Colectividades de Fajões, a que faltou!

    Lembramos ao Sr. José Santos que é muito feio ser injusto, pois, sempre que tem sido solicitada a colaboração da Junta, esta tem colaborado com o Centro Social de que o Sr. é presidente. A Junta em parceria com o Centro Social encanou, numa grande extensão, as águas que escorriam duma fossa para a via pública e rebaixou a entrada do Centro Social, a nascente, assim como repôs o passeio. Esta Autarquia tem tido a cortesia de apoiar e estar presente em todas as iniciativas e eventos do Centro Social e ainda recentemente participou no passeio dos Idosos a Fátima.

    Fajões, 29 de Junho de 2005
    O Presidente da Junta de Freguesia de Fajões (Dr. Luís Filipe Oliveira)

    Retirado de:

  • Correio de Azeméis
  • domingo, julho 03, 2005

    ACREF define órgãos sociais


    Após um período marcado por certa indefinição, a ACREF (Associação Cultural e Recreativa de Fajões) definiu os seus órgãos directivos para o biénio 2005/2006. Desde logo, realce-se que Manuel António Silva se mantém como presidente da direcção.

    O elenco directivo completa-se com Fernando Fernandes (vice-presidente), Ana Borges (secretária), Francisco Sousa (2º secretário), Amália Almeida (tesoureira), Sandra Silva (2ª tesoureira), Manuel Ferreira (vogal) e Paula Rocha (vogal).

    Refira-se, ainda, que a assembleia geral é presidida por Victor Cunha, que é acompanhado por Marco Pinho (vice-presidente), Agostinho Pereira (secretário), Bruno Santos (2º secretário) e Francisco Ferreira (vogal). Por sua vez, o conselho fiscal é liderado por Ricardo Fernandes, contando, também, com Elisabete Teixeira (secretária) e com Paulo Laranjeira (relator).

    Fonte:
  • A Voz de Azeméis
  • sábado, julho 02, 2005

    Rescaldo da assembleia geral

    No passado dia 30, decorreu mais uma sessão ordinária da assembleia da junta de freguesia de Fajões. Devido ao facto do auditório da sede da junta se encontrar em obras, a assembleia decorreu no espaço público Internet. Cerca de 50 pessoas assistiram à assembleia.

    Dos pontos mais importantes, destacam-se o ponto relativo ao edifício das colectividades e também o ponto relativo ao relatório de contas da junta de freguesia.
    Relativamente ao primeiro ponto, ficou claro que já se encontra tudo pronto para arrancarem definitivamente com as obras do futuro edifício das colectividades. Foi inclusive mostrado um documento da câmara municipal a provar precisamente isso.
    No que diz respeito ao segundo ponto, em que foi apresentado o relatório de contas pelo 1º secretário, ficou-se a conhecer a divida actual da junta, que ronda os 80 mil euros. Mas foi referido que a C.M.O.A tem algumas dívidas para com a junta. Essas dívidas dizem respeito, entre outras, a 3 meses de atraso dos honorários, a uma verba para o espaço público Internet, centro cívico, etc. No final, o 1º secretário conclui que quando todas estas verbas estiverem na posse da junta, a divida deverá rondar os 1000 euros. Este valor, foi alvo de um "aplauso" por parte do líder da oposição Jorge Paiva.

    No que diz respeito à intervenção do público presente, foram abordados vários temas. De entre os quais destaco a questão do centro paroquial, do facto de uma estrada no lugar do pisão se encontrar em perigo de derrocada. Foi ainda colocada uma proposta para a criação de "brigadas do ambiente" com o objectivo de manterem a freguesia limpa. Para terminar, foi exposta pelo presidente da associação ambientalista caça e pesca amigos do Antuã, a questão já aqui abordada no blog dos peixes que foram encontrados mortos no rio.

    sexta-feira, julho 01, 2005

    LUTO NACIONAL -Que valor tem?

    Já é do conhecimento geral que os portugueses são muito generosos em elogios e honrarias, ao desaparecido/a, depois do seu desaparecimento. Nesta peculiar união, juntam-se os amigos como os inimigos de toda uma vida, os primeiros, a quem podemos dar algum crédito à sua dor, e os segundos, porque finalmente veêm-se livres de um adversário ou concorrente, e esta será a sua hipócrita forma de festejar.

    Se analisarmos os dois quadros abaixo, podemos ver como o país, ou melhor, como aqueles que na altura representavam o país, honraram o desaparecimento de personalidades das artes, da religião e da política, desaparecidos nos últimos anos.





    Bem, podemos concluir que isto de ser escritor, por muito reconhecimento nacional ou internacional que a pessoa possa ter, tem pouca cotação e não é reconhecido. Isto não abona muito em favor de um país com um dos mais baixos índices de alfabetização, antes o confirma. O Saramago que se prepare para o rápido esquecimento, nem o ter conseguido o 2º Prémio Nobel para Portugal, pelo "andar da carruagem", pouco lhe vai valer.

    E a nível da música? A história é quase a mesma, aqui na ponta da Europa, apenas conhecemos o fado, mas o de Lisboa. Nem o de Coimbra conta, nem as letras de canções que durante muitos anos foram a fonte de esperança para muitos portugueses nas horas de tristeza e aflição. Fado de Lisboa tem direito a 3 dias de luto e mausoléu junto dos maiores heróis da nossa história. Nada contra isso, mas reconheço mais uma vez que somos um povo de extremos.

    Para os políticos, depende de quem esteja a governar. Voltamos aos extremos, se o falecido é da cor de quem governa, parasse o país e até dá tempo para irmos de férias para o Brasil, se é opositor, depende da disposição do momento, com sorte, leva com um dia de luto, mas a regra é ser ignorado.
    A religião já teve melhores dias, se for "santo", consegue evitar o esquecimento, senão, por muita intervenção que possa ter tido em vida, acaba ignorado.

    Já vimos que somos demasiado avarentos em reconhecer valor, à maior parte dos portugueses que marcaram vincadamente a sua passagem por este país, logo, seria lógico ignorarmos por completo personalidades estrangeiras, cujos actos em vida nos foram estranhos. É racionalmente incompreensível, mas não é verdade!

    Quem não se respeite, não tem o direito de se fazer respeitar. Penso que não será desta forma que os outros povos nos passarão a ter mais respeito.

    Autor: Manuel Rui Pinho

    Arraial do S. Marcos I

    Amanhã, dia 2 de Julho, irá decorrer no monte de S. Marcos mais um convívio para todos os fajoenses e não só.

    A festa será animada por cantadores ao desafio e concertinas, e terá início pelas 17 horas.

    Leve o seu farnel e passe uma boa tarde de Verão.

    Dezenas de peixes mortos!


    Apareceram algumas dezenas de peixes mortos no leito do rio Antuã, na zona central de Fajões. A causa das mortes, em princípio, deve-se ao facto de terem sido lançados ao rio pesticidas ou algum veneno.

    Fica-se sem saber qual a verdadeira intenção de tal acto (será que era matar os patos?... será que era para queimar a relva da zona circundante à junta de freguesia? Pois a junta de freguesia utiliza a água do rio para o sistema de rega? Ou será que era mesmo matar os peixes?)

    Estou à espera de respostas.