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quarta-feira, julho 06, 2005

OS NOMES NÃO SÃO INOFENSIVOS

Se calhar pensam que os nomes não trazem mal nenhum a quem os usa, mas aqui vai o aviso, isso não é verdade.
Já sabíamos da história do Stº. António, que apesar de lhe terem dado pelo nascimento o nome de Fernão de Bulhões, como diz o povo "mudou de Fernão para António para fugir ao demónio". Portanto, isto dos nomes não é novo, se alguém na sua boa fé nos deu um desses nomes pelo baptismo, então cuidemo-nos, temos que estar atentos e tomar medidas se necessárias.

Foi o que aconteceu a um habitante desta terra!

Vamos aos factos...

Um senhor e sua família, não naturais de Fajões, compram uma casa numa recente urbanização, adjacente ao largo do Tapado. Tudo corria normalmente, até que um dia e porque os habitantes de Fajões fazem parte dos 40% da população mundial que não têm esgotos, desloca-se à sede da Junta de freguesia e pede para que a cisterna se desloque a sua casa para despejar a fossa. Pela requisição desse serviço, paga, de imediato, a respectiva taxa.

Passa um mês, passam dois, e nada. O homem desloca-se várias vezes à Junta e ouvia da empregada que o empregado estava doente, o tractor tinha avariado, etc. A esposa perdeu a paciência, e dirigiu-se à sede de concelho e pediu aos serviços da Câmara para lhe efectuarem esse serviço.

E os nomes?

Então vamos lá!

O senhor chamava-se Jorge Paiva, mas era natural de S. Roque. Em Fajões, nomes como esse, ou Filipe Oliveira e eventualmente outros, trazem uma tal carga atrás de si, que não são recomendáveis, porque podem vir a tornar a vida de quem os usa mais desconfortável.Pelo nome que tinha e pelas complicações que isso lhe trouxe nos últimos meses, já pensa em mudar-se e tem a casa à venda.

Autor: Manuel Rui Pinho

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