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quinta-feira, setembro 22, 2005

O Classico de Fajões - 6 - "Hermínio Loureiro não sabe o que anda a fazer"


Os "independentes" estão seguros de que os fajoenses saberão mostrar a sua gratidão pelo que a actual Junta tem feito pela Vila. O (re)candidato à liderança do Executivo local fez por vincar a sua superioridade "moral" face aos adversários.

No passado sábado, a intervenção de Luís Filipe Oliveira, na inauguração da sede da IND, situada no lugar do Cruzeiro, em Fajões, foi iniciada com um curto, mas forte, ataque a Hermínio Loureiro. O candidato "independente" fez questão de vincar que a lista por si liderada "é de Fajões", não sendo "imposta" pelo líder da concelhia PSD, caracterizado como alguém que nem conheceria a freguesia antes desta liça autárquica. Mais: "Nem sabe o que anda a fazer em Oliveira de Azeméis".

Na crista da onda "anti-Hermínio", Oliveira foi buscar o consulado de Loureiro como secretário de Estado do Desporto para fazer constar que, apesar dos pedidos concretos, o então governante nada fez para ajudar Fajões a dotar-se de melhores infraestruturas desportivas. "Temos o pior estádio do distrito", lamentou.

Arrumado o "ajuste de contas", Luís Filipe centrou o discurso nos méritos da sua equipa, esclarecendo que a candidatura surgiu na sequência de "insistentes solicitações (e até pressões) de vários sectores da sociedade civil". Dizendo-se acima de objectivos partidários, proclamou "pureza de intenções" como meio para a prossecução de maior desenvolvimento para a Vila.

O líder da IND prometeu a manutenção de uma atitude ao estilo de "espírito de missão", sem tentações de protagonismos pessoais. "Candidatamo-nos para continuar a luta com transparência, e sem contrapartidas ou luvas, pelo bem-estar e pelos legítimos anseios de todos os habitantes de Fajões.

Para lá da declaração geral de intenções, sempre com a conquista de mais progresso em ponto de mira, Luís Filipe Oliveira reclamou a institucionalização de um "clima de respeito e estima" entre a autarquia e os fajoenses e definiu como objectivo para um próximo mandato a conclusão das obras e melhoramentos "já iniciados"". Em concreto, referiu a desejada conclusão do Complexo Cívico e acentuou, igualmente, o seu desejo de apoiar as colectividades locais, definidas como "a força do querer" de Fajões e "o orgulho" de todos os fajoenses.

Confiante, o candidato vincou, ainda, que a sua Junta fez mais pela terra em três anos e nove meses de mandato do que o seu opositor "em dezoito anos".

Fonte:

  • A Voz de Azeméis
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