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sexta-feira, setembro 30, 2005

Promessa de acção

No passado dia 19 do corrente, os cabeças de lista socialistas à Câmara e à Assembleia Municipal visitaram algumas das colectividades de Fajões. Manuel Alberto Pereira e Helena Terra quiseram inteirar-se das aspirações e dos problemas do Centro Social, dos Bombeiros Voluntários e da ACREF.

Registe-se que o panorama encontrado não terá constituído surpresa, com as instituições a revelarem as suas muitas e óbvias capacidades de intervenção, que até extravasam a comunidade fajoense e concelhia, como acontece com os Bombeiros e a IPSS. Também de acordo com o que seria de esperar, os dirigentes associativos contactados - José Santos, Augusto Pais e Martinho de Almeida e Manuel António Conceição - deram conta da sua insatisfação pela escassez dos apoios oficiais, em especial pelo incumprimento camarário relativo ao (não) pagamento de subsídios já atribuídos.

Quanto às aspirações maiores, enumere-se o Lar para idosos desejado pelo Centro Social, o terreno para expansão de instalações e a viatura para desencarceramento almejados pelos Bombeiros e as verbas devidas pela autarquia oliveirense à ACREF que dariam para liquidar algumas dívidas prementes, por exemplo a referente à compra do autocarro, que até serve a freguesia e não só a Associação.

No final, Manuel Alberto Pereira lamentou o "descrédito" da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis face ao universo associativo. Como causa primeira, os atrasos no pagamento dos subsídios atribuídos. E o candidato do PS à liderança do Executivo municipal deixou um promessa, inscrita no programa socialista: o pagamento em dois anos dos cerca de 5.000.000 de euros em dívida às colectividades. Especificou que as verbas atribuídas há mais tempo deverão ser as primeiras a ser liquidadas e que haverá sempre que atender a projectos específicos, que, pelas suas características - sociais, por exemplo - poderão exigir uma resposta mais pronta.

Quanto à solução financeira, tanto poderá passar por "um empréstimo", a contrair para esse fim, como pela adopção de um mais "criterioso" modelo de gestão municipal. E Manuel Alberto vincou que, após o pagamento das dívidas, a Edilidade terá de recriar a sua relação com as associações do concelho. Para o pretendente à presidência, o actual modelo é inadequado, mesmo após a instauração do publicitado Regulamento que ?superintende? a atribuição dos subsídios. Nomeadamente, opinou que haveria que "reequacionar" a participação da FAMOA neste processo, essencialmente no sentido de a pôr a "fiscalizar" a efectividade dos planos de actividade das colectividades, quando agora apenas se ocupa da "análise" das candidaturas. Ainda postulou a inevitabilidade dos políticos aprenderem a dizer ?não?, quando as solicitações não são razoáveis ou quando são de mérito inferior a outras apresentadas.

Fonte: Voz de azeméis

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