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sexta-feira, março 31, 2006

Estabilidade financeira nos bombeiros voluntários

Com uma melhoria significativa e estabilidade financeira, a Associação dos Bombeiros de Fajões registou um crescimento bastante favorável no ano passado. Pelo menos foi o que ficou patente no documento da gestão 2005, aprovado pela maioria dos associados presentes na assembleia geral da instituição, numa votação que registou apenas três abstenções.

Posto de combustíveis com menores lucros
O posto de combustíveis, também, foi motivo de satisfação para os órgãos sociais. No entanto, no parecer emitido pelo conselho fiscal há referência de uma quebra de 1,1%. Merece ainda uma nota para custos com pessoal, provocados por duas rescisões de contratos, e um acréscimo de diferenças nas existências de combustíveis, cuja explicação apresentada tem a ver com ano excepcionalmente quente que foi 2005 (evaporação).
Foi, ainda, sublinhado o aumento dos preços dos combustíveis, com reflexos imediatos sobre as existências nos tanques o que provocou um acréscimo dos resultados operacionais de 931,79 euros, em relação ao ano de 2004.
Contrariamente a estas explanações, Orlando Pina Bastos, ex-dirigente da AHBVF, subiu ao palco e salientou: "Por norma julgavam que ter um posto de abastecimento era sinónimo de ter uma galinha de ovos de ouro e isso é mentira. Os números falam por si. Se um dia a tal "galinha", que até não põe ovos de ouro, for contagiada pelo vírus H5N1, por exemplo, será um caos", sublinhou o associado.

Gabinete Municipal de Protecção Civil suspenso
Em Abril de 2005, foi criado o Gabinete Municipal de Protecção Civil e sedeado no quartel dos Bombeiros Voluntários de Fajões. A área abrangida correspondia à área geográfica da zona de intervenção do corpo de bombeiros daquela Associação. Com a assinatura do protocolo, a Câmara Municipal via-se obrigada a uma transferência mensal de 2 813,43 euros para pagamento dos respectivos salários e subsídios. Ao longo do ano de 2005, foram-se acentuando os atrasos de tais transferências, resumindo-se a falta atempada a 8 440,29 euros, para além de um quase alheamento das obrigações decorrentes do protocolo celebrado. Esta posição levou a direcção, já em 2006, e após aviso prévio, a suspender as actividades do gabinete. De referir, igualmente, que foi enviada pela autarquia a quantia de cinco mil euros, já este ano.

Aquisição de terreno em anexo ao quartel causa polémica
A direcção e o comando da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Fajões sentiram a necessidade de adquirir um terreno a norte do quartel, tendo mantido vários contactos com os respectivos proprietários, tendo estes se revelado infrutíferos face ao elevado montante requerido na ordem de 25 Euros/m2.
Impossibilitada a desejável negociação amigável, os interessados deram início ao processo de expropriação e aguardam decisão superior, tendo-se promovido a avaliação do referido terreno, através de um perito oficial, estranho à Associação, que concluiu que o preço mais justo seria o de 12,23 Euros/m2, valor que não foi aceite pelos respectivos proprietários.
Por exigência legal, a direcção teve que apresentar uma garantia bancária correspondente à avaliação do referido terreno, no montante de 25 000 euros, para cuja emissão foi dada como garante o correspondente valor em numerário.
Orlando Pina Bastos, ex-dirigente da AHBVF, subiu mais uma vez ao palco e contestou a expropriação do terreno. Este associado sublinhou que deveria ter havido mais contactos com o proprietário do referido terreno antes de avançar-se para a expropriação.

Celeuma com as "fotos da discórdia" continua
Na assembleia de 12 de Fevereiro último - ver artigo publicado pelo nosso semanário em 14 de Fevereiro - foi debatida a definição de novas normas de afixação das fotografias no salão nobre da Associação, que gerou alguma discussão e discórdia, sobretudo para alguns dirigentes da anterior direcção. Nesta reunião de domingo passado, a acta da assembleia anterior trouxe à memória a questão e originou, novamente, mais alguns momentos de discussão. Contudo, a mesma foi aprovada por unanimidade.

Fonte:
  • Correio de Azeméis

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